terça-feira, 27 de outubro de 2009

LIBERDADE RELIGIOSA NO MUNDO, IRÃ, MIANMAR E CHINA SÃO OS PIORES.


Agora uma pesquisa "secular" divulga aquilo que os cristãos vivem insistindo em dizer: que há perseguição aos cristãos em vários países, mas principalmente nos citados no artigo abaixo veiculado pelo portal UOL. Felizes somos nós brasileiros pela liberdade religiosa que temos,por isso ser resguardadeo por lei, afinal Deus não obriga ninguém a segui-lo, a declaração de Jesus acerca disso é claríssima em Mateus 16.24:"Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;" (grifo meu)- É totalmente impossível ver Deus em um regime que deseja obrigar as pessoas a segui-Lo, Deus nos mostra o que é certo, se quisermos seguir bem, se não queremos temos essa liberdade, mas é claro que Ele também nos adverte antes:"Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, e a morte e o mal;Porquanto te ordeno hoje que ames ao SENHOR teu Deus, que andes nos seus caminhos, e que guardes os seus mandamentos, e os seus estatutos, e os seus juízos, para que vivas, e te multipliques, e o SENHOR teu Deus te abençoe na terra a qual entras a possuir." (Dt 30.16)
Pode escolher o caminho que queres tomar, Deus nos deu esta libertadade, certo é que também daremos conta de nossos atos como tudo na vida.

Abaixo o artigo publicado nesta segunda:

"Washington, 26 out (EFE).- O Governo americano expressou hoje sua preocupação com a repressão religiosa em Mianmar (antiga Birmânia), China e Irã, e em outros países considerados menos restritivos, como Venezuela e Cuba, onde a liberdade de culto também é desprezada. A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, apresentou hoje o relatório anual sobre liberdade religiosa, que analisa as restrições, abusos e melhoras para garantir a diversidade de culto e que serve como indicador para sua política externa. Com um espírito de "diálogo" e "cooperação", como foi transmitido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em seu discurso ao mundo muçulmano em junho, Hillary ressaltou a necessidade de se fortalecer a tolerância e o respeito entre as diferentes comunidades, para garantir a estabilidade. O relatório aponta novamente Mianmar, China e Irã como os países que cometem "severas violações" contra a liberdade religiosa, junto a outros como Sudão, Eritréia, Coreia do Norte, Arábia Saudita e Uzbequistão. O documento destaca que a liberdade religiosa é "amplamente respeitada" na América Latina, com exceção de Cuba, e também faz referência aos impedimentos na Venezuela ao acesso de alguns missionários estrangeiros a regiões indígenas. Os EUA afirmam que apesar de a Constituição cubana reconhecer o direito dos cidadãos a professar a fé que quiserem com "respeito à lei", o Governo "segue impondo" restrições, e o Ministério do Interior vigia as instituições religiosas, que devem se registrar obrigatoriamente no Ministério da Justiça. No caso da Venezuela, reconhece que o Governo "geralmente" respeita a liberdade de culto, embora os grupos religiosos, "da mesma forma que outros que criticam o Governo", podem ser objeto de "assédio" e "intimidação", e lembra as críticas do presidente venezuelano, Hugo Chávez, aos bispos católicos e ao Núncio Apostólico. Já como casos positivos, o relatório assinala os avanços em países como o Brasil, que inaugurou uma linha telefônica para receber denúncias sobre discriminação religiosa. O relatório destaca ainda que os maiores abusos acontecem em países com "estritos regimes autoritários", que querem controlar as religiões como parte de um controle mais amplo da vida civil, como em Mianmar, onde ser budista continua sendo um requisito para ser promovido em cargos públicos. No caso da China, a Constituição protege as "atividades religiosas normais" e, sob esse adjetivo, as autoridades têm uma ampla margem para decidir o que é "normal". O Governo se opõe à lealdade aos líderes religiosos de outros países e regiões, como o papa e o Dalai Lama, e o relatório ressalta a "severa" repressão aos tibetanos e os uigures, alegando extremismo religioso e até terrorismo. Já o Irã é uma nação islâmica na qual rege a sharia (lei islâmica). Sua Constituição assegura o respeito a outros grupos desta religião, além de cristãos e judeus, que estão "protegidos" como minorias. No entanto, na prática, a retórica e a ações do Governo do presidente, Mahmoud Ahmadinejad, constroem "uma atmosfera de ameaça" para os grupos não xiitas, em particular para os muçulmanos sufis, os cristãos evangélicos e os judeus, que são intimidados e perseguidos." Fonte: UOL notícias

A Constituição Federal do Brasil nos garante:

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;


A liberdade que temos aqui nem sempre é respeitada, mas é certo que podemos nos alegrar se comparados a outros países. Liberdade sem pretexto para libertinagem, é isso que devemos desfrutar. Liberdade que não é fazer tudo que dá na cabeça, isso não é ser livre, mas o ter paz com Deus e consigo mesmo independente de qualquer coisa, isso sim é ser livre, livre de qualquer amarra que nos impossibilite estar próximos do Criador.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

DAVI E O TEMPO DE DEUS EM SUA VIDA


"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu." (Ec 3.1)
Ensino Dominical - Osiel Varela
Ensino Dominical - Geraldo Carneiro
Ensino Dominical - Francisco Barbosa
Ensino Dominical - José Roberto

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OBAMA CAMINHA PARA DESCRIMINALIZAR A MACONHA

É claro que não é só o ministro Carlos Minc, personalidade política, que é a favor da legalização da maconha, talvez ele até inveje Barack Obama pelo poder que este têm para fazer com que a tal legalização seja concretizada o mais rápido possível, mas o certo é que nem aqui nem lá nos EUA isso traria benefícios para a sociedade. Leia abaixo dos vídeos o que pesquisas comprovaram.


No vídeo a seguir o retrato da maconha dos EUA hoje e o caminho rumo à tragédia social:

Neste a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado trata da atitude totalmente vexatória de Carlos Minc, em Abril deste ano, ao participar da Marcha da maconha. O deputado Paes de Lira analisa a atitude do Ministro segundo as leis nacionais e deixa claro que a atitude de Minc é condenável, diante do ponto de vista moral, ético e legal. O deputado fala de forma louvável sobre a relação do mercado consumidor de drogas e a culpa dos usuários nas inúmeras mortes diárias relacionados ao tráfico.


Nos países que descriminalizaram os índices de criminalidade e os danos à sociedade cresceram; seria que seria diferente no Brasil?

A “redução de danos” teve um preço trágico onde foi aplicada. Os programas de R.D. em alguns países europeus, como Holanda, Suíça e Suécia, resultaram num dramático aumento do uso de drogas. Como consequência, a Suécia, por exemplo, para reverter o quadro, adotou uma severa política antidrogas, ao constatar que as leis mais brandas causaram efeito devastador na sociedade. A Holanda é apresentada como modelo internacional de liberalização. Na realidade, a descriminalização de certas drogas, propiciou um aumento do crime e do uso de drogas. (Fonte Brasileiros humanitários em ação )


Ao encontro do noticiado pelo site acima citado vai também o artigo publicado por um pesquisador da FGV em Abril de 2002 no página Ciência Hoje, do portal UOL:

"Número de crimes aumentou em países que adotaram medidas descriminalizantes, mostram estatísticas
A relação entre drogas e criminalidade é indiscutível. Estatísticas mostram que nos países em que foram adotadas medidas descriminalizantes dos entorpecentes o número de crimes aumentou, paralalelamente a problemas como a maior incidência de Aids, caso de Portugal, e o narcoturismo, caso da Holanda. No Brasil, estudos apontam que 80% dos crimes são ligados ao mercado de tóxicos. A descriminalização não é a melhor maneira de combater ambos os males -- crimes e drogas --, pois pode levar o país a um processo de narcotização semelhante ao da Colômbia. " (Fonte: Ciência Hoje )


É patente aos olhos de qualquer pessoa que uso de drogas está relacionado à maioria dos homicídios no Brasil, são mais de 50 mil mortos anualmente, nem todos são motivados por tóxicos é claro, mas é inegável que grande parcela está associada a eles, não deixemos de fora o álcool que por imprudência governamental é comercializado livremente em todo o país, vendido a quem quer que seja e responsável por centenas de óbitos todos os dias.


A cosmovisão cristã tão condenada por muitos, é o que mais se necessita em dias atuais, pois a mesma não é uma visão religiosa ou ideológica que busca aprisionar o ser humano, mas libertá-lo daquilo que lhe é apresentado como liberdade, que na verdade o faz cativo do vício e modelo hedonista hodierno. Olhar o todo sobre os fundamentos estabelecidos por Jesus Cristo e os seus apóstolos é algo humano e visa a dignidade do homem frente aos seus iguais, mas isso se dá quando a mais nobre obra da criação tem em mente que o ser é mais que o ter, que somos humanos e não coisas, que o homem deve ser objeto do amor e não objeto de negócio, que fomos criados à semelhança de um Deus que manifesta seu amor em atitudes e não em discursos vãos que anestesiam mentes até que o objetivo dos eloquentes dementes sejam efetivados.
Quando cada homem tiver em mente que está impresso em nós uma moralidade quem vem daquele que nos criou,e para isso atentar e ser levado a Ele, poderemos ser melhores, poderemos ser mais humanos e menos animais.

"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos..." (At 17.28a)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

EVANGÉLICOS CRESCEM, CATÓLICOS DIMINUEM. EVANGÉLICOS CONTRIBUEM MAIS QUE CATÓLICOS.

O tema central do artigo divulgado no site O Globo, também foi apresentado na revista veja há duas semanas, a questão aborda $ valores $, dinheiro, e mostra que os evangélicos são muito mais generosos quando se trata de doações e dízimos do que os católicos. Mesmo não sendo maioria no país, os evangélicos contribuem de forma a tornar as ofertas de seu segmento maior que a dos católicos, grande maioria no Brasil. Para os que pertencem a uma denominação evangélica sabem que de fato grande parte é fiel às contribuições, principalmente ao dízimo que, só para lembrar, era o piso determinado por Deus desde o AT para ofertas para a manutenção do templo e sustento daqueles que ocupavam-se do serviço do mesmo, não cabe aqui discutir o que muitos têm gostado de empenharem grande esforço e até feito campo de guerra: se o dízimo é ou não neotestamentário; mas uma coisa ouvi e achei bem interessante, que se no tempo da Lei entregava-se o dízimo, quanto mais agora que vivemos na Graça, quando temos a oportunidade de chegar a Deus sem a mediação do homem. Mas vamos ao artigo, abaixo dele comento mais alguma coisa.


Doações de evangélicos superam R$ 1 bi por mês
"Com mais adeptos, a Igreja Católica arrecada menos dinheiro, que tem como um dos destinos as campanhas politicas, segundo especialistas
De Márcia Vieira:
As igrejas evangélicas no Brasil recolhem por mês entre seus fiéis mais de R$ 1 bilhão - precisamente R$ 1.032.081.300,00. A Igreja Católica, que tem mais adeptos espalhados pelo País, arrecada menos: são R$ 680.545.620,00 em doações. Os números estão na pesquisa sobre religião realizada pelo Instituto Análise com mil pessoas em 70 cidades brasileiras.
Entre os evangélicos, as igrejas que mais recolhem são as pentecostais, como a Assembleia de Deus, e neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus. Seus cofres engordam mensalmente com doações que chegam a quase R$ 600 milhões. Cada fiel doa em média R$ 31,48 - mais que o dobro das esmolas que os católicos deixam nas suas paróquias (R$ 14,01).
Os evangélicos não-pentecostais, chamados de históricos (presbiterianos e batistas, por exemplo), são os mais generosos. Doam em média R$ 36,03, o que dá um faturamento mensal de R$ 432.576.180,00 às igrejas.
E para onde vai tanto dinheiro? Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Análise, aposta que os políticos são um dos destinatários. "Parte desse dinheiro é usada para financiar campanhas. É só reparar no aumento dos candidatos evangélicos e no fato de os não-evangélicos cortejarem as igrejas nas campanhas."
(grifo meu)
A pesquisa mostra que o número de católicos continua em declínio. No Censo de 2000, eram 73,77% da população ante 15,44% de evangélicos. Nessa pesquisa, o número de católicos caiu para 59% e o de evangélicos subiu para 23%. "Ou seja, dois em cada dez brasileiros são evangélicos", diz Almeida.
O cientista político Cesar Romero Jacob, autor do Atlas da Filiação Religiosa e Indicadores Sociais no Brasil, se diz surpreso com a queda de "15 pontos porcentuais" no número de fiéis da Igreja Católica. Mas não tem dúvida sobre a força dos pentecostais e neopentecostais no voto do brasileiro..."




1.A constatação de que o número de evangélicos cresceu 7,56% e de que os católicos diminuiu quase 15% acompanha o que foi divulgado largamente há alguns meses: que os evangélicos somarão 50% no país dentro de 11 anos, ou seja, maioria, pois os outros 50% seria formado de católicos e adeptos de outras religiões e os sem religião. Sobre esse crescimento não é de se esperar que todos os evangélicos se mostrem alegres com a notícia, isso porque as pesquisas levam em conta os que se dizem evangélicos, e não os que de fato são, isso sim é que deveria ser levado em consideração para uma avaliação mais criteriosa, mas não cabe aos institutos de pesquisa fazê-lo, a verdade é que nem todos os que se dizem cristãos (evangélicos) de fato são, muitos menos o frequentar os templos torna alguém um fiel aos ensinamentos de Cristo. Os próprios meios de comunicação já mencionaram que esse crescimento não fará tanta diferença no meio social pois os evangélicos estão se flexibilizando moralmente, esse é o ponto principal, números x qualidade, mesmo em meio a possíveis 50% em 2020 isso não garante uma influência considerável na sociedade se os que professam ser cristãos não o forem em verdade, de fato.A princípio a notícia pode até nos alegrar, mas trás, muito mais, é preocupação.


2. A seguinte afirmação que grafei em vermelho: "Parte desse dinheiro é usada para financiar campanhas. É só reparar no aumento dos candidatos evangélicos e no fato de os não-evangélicos cortejarem as igrejas nas campanhas", não é verdadeira ou válida para igreja como um todo, principalmente se foi concluída a partir da simples alegação do crescimento dos candidatos evangélicos, a bem da verdade a bancada evangélica diminuiu no cenário Federal da última eleição e candidatos não evangélicos sempre se "converteram" em ano eleitoral, isso não é novidade nem pode apontar o fim de boa parte do dinheiro arrecadado nas igrejas. É claro que há "igrejas" que dão ao dinheiro arrecadado um fim que não é o adequado, são desonestas. Há líderes que se beneficiam dos valores levados ao templo, mas não são todos, são minoria.
Se querem de fato ver para onde vai boa parte da grande soma de dinheiro arrecadado por muitas igrejas é só olhar para os milhares de missionários brasileiros que estão em todas as partes do mundo, principalmente na Ásia e Europa, custear missionários não á algo barato, ainda mais quando não são só um ou dois, são milhares.E os trabalhos de assistência à sociedade prestados por tantas igrejas? Casas de recuperação para viciados em drogas, para desamparados. Enfim, há muito mais coisas que são feitas por meio das obras dos evangélicos e que a mídia ignora, não faz questão de conhecer.
Algumas das diversas obras desenvolvidas pelos cristãos fruto do protestantismo foram veiculdas em reportagem do Jornal Nacional:















segunda-feira, 12 de outubro de 2009

DIA DA CRIANÇA- O ECA E UM POUCO DA REALIDADE

ECA- ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

LIVRO I - PARTE GERAL

TÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

ART. 1° - Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente.

ART. 2° - Considera-se criança, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos, e adolescente aquela entre doze e dezoito anos de idade.

Parágrafo Único - Nos casos expressos em lei, aplica-se excepcionalmente este Estatuto às pessoas entre dezoito e vinte e um anos de idade.

ART. 3° - A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros, meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

ART. 4° - É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Parágrafo Único - A garantia de prioridade compreende:


a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
b) precedência do atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
e) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

ART. 5° - Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.

WWW.ECA.ORG.BR


Esses são apenas os 5 primeiros artigos. A realidade é outra no Brasil e no mundo:



















(Publicado na Revista VEJA, da Editora ABRIL, edição 1735, de 23 de janeiro de 2002)

Hoje não é feliz dia das crianças para muitas, milhares espallhadas pelo nosso País, e olha que há lugares de miséria mais concentrada que aqui.
Que faremos? Continuaremos, a maioria, trancados em nosso mundo de conforto? Certamente não seria essa a atitude de Jesus.
Mas eu não posso mudar o mundo, talve você diga. Mas pode mudar o mundo de alguém, ajudar a transformar a realidade de uma ou mais pessoas.

Ser cristão não significa apenas frequentar um templo, muitos são cristãos e nem podem frequentar um devido à perseguição em vários países, mas é mostrar através de atitudes que Cristo está presente em nós, nossos gestos devem ser mais eloquentes que nossas palavras.


O PÚLPITO PENTECOSTAL (2)

Se por um lado há falta de preparo por parte de muitos pregadores sobre os púlpitos (leia aqui ), de outro há uma tendência em achar que ...