terça-feira, 28 de dezembro de 2010

NO "ESTADO DE SÃO PAULO", CRÍTICA À PL QUE BENEFICIA AMANTE

Abaixo um artigo publicado no site CONJUR que trata sobre o PL 674/07 que prevê, dentre outros, o benefício da pensão para amantes, isso mesmo, amante, aquela com quem um homem casado adultera.

É óbvio que do diante de DEUS o adultério é PECADO, pois transgride o propósito daquele que criou o matrimônio, que criou o relacionamento de homem e mulher.
Em Malaquias Deus adverte o povo acerca da infidelidade conjugal, veja:

" Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.
E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança.
E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.
Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais." Ml 2.13-16

"Projeto de lei provoca bigamia e adultério

[Editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo (26/12)]

Os projetos de lei que a Câmara e o Senado aprovaram de afogadilho nas últimas semanas, antes do término da atual legislatura, não se limitam a conceder aumentos imorais, promover trens da alegria, aumentar os gastos do Tesouro e agravar a má qualidade do gasto público. Alguns se destacam também por suas implicações éticas, com graves consequências sobre os usos e costumes da sociedade brasileira.

É esse o caso do Projeto de Lei 674/07, que foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presentes apenas 3 deputados - apesar de 39 terem assinado a lista de presença. O projeto, que segue para o Senado, é de autoria do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) e foi apresentado sob a justificativa de "atualizar" e "modernizar" o Código Civil no capítulo do direito de família, abarcando temas como dissolução de laços conjugais, adoção, pagamento de pensão alimentícia e alteração do regime de bens por meio de escritura pública.

Embora o novo Código Civil tenha entrado em vigor há apenas oito anos, substituindo o velho Código concebido por Clóvis Bevilaqua na primeira década do século 20, o parlamentar baiano alega que ele é fruto de um projeto escrito pelo jurista Miguel Reale entre 1968 e 1972, quando eram outras as condições políticas, econômicas, sociais e culturais do País. Como os valores morais do século 21 não são os mesmos dos das décadas finais do século 20, seria necessário atualizar tanto a legislação quanto a jurisprudência dos tribunais, afirma Barradas Carneiro.

Com o objetivo de instituir um "Estatuto das Famílias", ele reuniu num único texto dispositivos jurídicos que já constam da Constituição de 88, do Código Civil de 2002 e até mesmo do Código de Processo Civil de 1973 - que está sendo reformulado pelo Senado.

Além disso, com o apoio do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Carneiro incorporou ao projeto emendas constitucionais e leis aprovadas há seis meses que mudaram as regras do divórcio, eliminaram a figura jurídica da separação judicial e revogaram o limite de idade máxima para a pessoa se casar sob o regime de comunhão de bens, que hoje é de 70 anos. O deputado também introduziu algumas inovações na regulação das relações matrimoniais e familiares.

O resultado é um monstrengo jurídico. Entre outros absurdos, a pretexto de defender a família, o projeto prevê que "a união formada em desacordo aos impedimentos legais não exclui os deveres de assistência e a partilha de bens". Trocando em miúdos, ele impõe ao marido a obrigação de pagar pensão não apenas para a mulher com quem é legalmente casado, mas, igualmente, para a amante. Esta teria prerrogativas idênticas aos da esposa oficial - inclusive o direito à partilha de bens.

Segundo a vice-presidente do IBDFAM, Maria Berenice Dias, que se apresenta como autora intelectual do projeto do deputado Sérgio Carneiro, o Código Civil seria leniente com o homem que tem mais de uma mulher e beneficiaria somente a esposa, deixando a "outra" ao desamparo. Com o Estatuto das Famílias, "o homem passa a se responsabilizar pelas duas", afirma Dias, depois de esclarecer que a inovação não se aplica a eventuais casos extraconjugais. Para pleitear pagamento de pensão e até herança, a amante teria de provar a "estabilidade da união".

O projeto aprovado a toque de caixa pela CCJ da Câmara, sob o pretexto de aumentar as responsabilidades jurídicas dos maridos em suas relações afetivas, na prática institucionaliza a bigamia e o adultério. Em vez de reforçar os laços matrimoniais e fortalecer a unidade da família, como afirmam seus autores, ele acarreta efeitos diametralmente opostos.

Em resposta às fortes críticas feitas ao projeto por vários setores da sociedade, o IBDFAM distribuiu nota classificando-as como açodadas, moralistas e juridicamente infundadas e afirmando que o direito de família não pode ser tratado com base em preconceitos e tabus. São palavras vazias, diante de um texto juridicamente estapafúrdio e moralmente discutível."

fonte: CONJUR

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ABAIXO-ASSINADO CONTRA O KIT GAY

Abaixo o texto do abaixo-assinado contra a escandalosa manobra denunciada pelo Jair Bolsonaro. (Se não viu o vídeo no post anterior veja agora).




Somos contra o maior escândalo deste País, o KIT GAY
Não aceitamos que nossas crianças de 7,8,9 e 10 anos recebam esse tal de KIT GAY.
Neste Kit Gay há 2 vídeos com o Titulo Contra homofobia, mas na verdade nesses vídeos contém mensagens subliminares para as nossas crianças, induzindo-as a homossexualidade.
Uma coisa é preconceito...Outra coisa é fazer apologia ao homossexualismo!!!


Neste Kit Gay, na verdade, é um estímulo ao homossexualismo e incentivo a promiscuidade e a confusão de discernimento da criança sobre o conceito de família.

Na primeira das histórias homossexuais do Kit Gay, segundo o Jornal da Câmara dos Deputados, mostra-se um garoto chamado Ricardo, de 14 anos que, certa hora, vai ao banheiro urinar e encontra um colega seu. Enquanto ele urina, Ricardo dá uma olhada para o lado e vê o pênis de seu amigo e se apaixona pelo garoto. Ao retornar para a sala de aula, a professora da classe chama o menino pelo seu nome (Ricardo), onde o mesmo cerra seus lábios, pois não quer ser chamado de Ricardo, e diz que quer ser chamado de "Bianca".
Na outra história do Kit Gay, o comportamento de duas meninas lésbicas de aproximadamente 13 anos de idade é posto como exemplar para as outras, e a comissão ainda discutiu a profundidade que a língua de uma menina deve entrar na boca da outra ao realizar o beijo lésbico para os vídeos(Kit Gay), que já estão em fase de licitação para começarem a serem distribuídos em todos a escolas estaduais e municipais do PAÍS.
Uma coisa é preconceito, outra coisa é APOLOGIA AO HOMOSSEXUALISMO!!!

Façam valer imediatamente nossos valores contra essa imposição que querem colocar para as nossas crianças.

Essa comissão de Direitos Humanos e Minorias que nós colocar o escárnio da sociedade. Eles querem aliciar nossas crianças com esse KIT GAY.


Os signatários

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

SOBRE O PESO DA MORALIDADE E A RELIGIOSADE DO BRASILEIRO.

A balança evidência a ideia de equilíbrio, de balancear algo ou alguma coisa de forma que haja de ambas as partes igualdade, isso aplica-se não só no cotidiano da vida do homem em relação aos negócios, mas também acerca do conceito que construímos sobre moralidade para nossa vida e nossa cosmovisão.

Segundo estatísticas o Brasil se divide da seguinte forma quanto à religiosidade:
Religiões no Brasil (Censo de 2000)[1]
Religião

Porcentagem
Catolicismo
73,8%
Protestantismo
15,4%
Sem religião
7,4%
Espiritismo
1,3%
Outros

fonte: wilkipédia

Ora, a maioria dos brasileiros são declaradamente católicos. Mas o que é ser católico? Bom, em tese é ser cristão, seguidor de Cristo; e quem é seguidor de Cristo conhece-O pela Bíblia Sagrada, única fonte que o descreve como Filho do Deus Altíssimo, Salvador e Senhor. Mas se o Brasil tem mais de 70% de sua população católica, que seguem aos ensinamentos bíblicos, por quê somos uma nação tão corrupta, que anda tão distante dos padrões bíblicos, que tem uma população carcerária gigantesca, que registra altos índices de homicídios, que tem milhares de adolescentes, jovens e adultos mergulhados na prostituição, que vê morrer a cada dia milhares em função das drogas?
É claro que se todos que se dizem católicos o fossem de fato, se observassem o exemplo de Atos 17.11, no mínimo, não concordariam com os desvios, primeiramente, internos.


Mas cabe outro pensamento também aqui. Por quê a maior nação Pentecostal do Mundo, que conta com quase 30 milhões de evangélicos não é relevante no cenário político do País, na educação, na mídia, no assistência social em nível nacional? Algo está errado. São muitas pessoas indo à igreja, abrindo a boca para bendizerem a Deus, mas de fato, no dia-a-dia de trabalho, nas relações pessoais e política em todos os níveis, o comportamento do povo evangélico não é SAL, não é LUZ.
Não seria justo atribuir tal cenário apenas a uma parcela dos líderes religiosos que não cumprem seus papéis pastorais, mas dividem a parcela com eles os cristãos que sabem como devem se comportar e não o fazem, que ignoram a instrução de Deus através de homens comprometidos com o Reino, através das Sagradas Escrituras, do Seu Santo Espírito.

É muito clara a divisão que nos impuseram e aceitamos, que há uma dicotomia entre vida particular e vida pública, fato/valor. Mas o Eterno Deus deixa-nos registrado outro pilar para que edifiquemos nosso comportamento social e particular: "... somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio..." II Co 5.20. Somos embaixadores no mundo, durante nossa existência, em todos os níveis de relacionamento e e comprometimento, dentro e fora do "aquário gospel.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

MINORIA GAY QUER ORIENTAR CRIANÇAS NO BRASIL À HOMOSSEXUALIDADE

O vídeo abaixo contém o relato do deputador Jair Bossonaro onde se mostra indignado com a covarde artimanha do movimento gay no Brasil, pois objetivam a divulgação no próximo ano, em milhares escolas do Brasil, do chamado "kit gay", uma forma, segundo o deputado, de ensinar ciranças do ensido fundamental que o comportamento homossexual é algo que deve ser assimilado por todos como louvável.




Que os homossexuais mergulhem nas práticas sexuais que são contrárias à natureza humana ninguém podem impedir, afinal têm a liberdade de fazê-lo, mas querer fazer-nos engolir essa instrução para as crianças de nosso país é absurdo. No Estado Democrático de Direito todos têm o direito de manifestar sua opinião, comportar-se de forma diferente, desde que não fira os direitos de outrem, mas a opinião da minoria não deve prevalacer sobre a massacrante vontade e visão da maioria. Imaginem quando houver uma minoria barulhenta que é a favor da aprovação da pedofilia, poderão usar as mesmas alegações que a minoria LGBT.

Mais grave é o fato de esse comportamento homossexual ser totalmente uma manifestação da desobediência à vontade de quem criou o ser humano. É clássico o trecho de Romanos 1.27 em que o apóstolo Paulo deixa registrado o seguinte: "semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutamente em sua sensualidade, comentedo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos, a merecida punição do seu erro".

Nós temos o direito dizer, e sempre diremos, que o comportamento homoessuxal é CONTRÁRIO À NATUREZA HUMANA, CONTRÁRIO À VONTADE DAQUELE QUE CRIOU O HOMEM, CONTRÁRIO AOS BONS COSTUMES, constitui-se PECADO.

"PAI-NOSSO - SLIDES PARA LIÇÃO 06, DE JOVENS, CPAD, 2º TRIMESTRE DE 2017

Lição 06 Jovens - "Pai-Nosso" - 2º Trimestre de 2017/ Lições Bíblicas CPAD de João Paulo Silva Mendes Lição 06 Jovens...