terça-feira, 25 de junho de 2013

MARA MARAVILHA DIZ QUE SER GAY É OPÇÃO, ABERRAÇÃO.


"Acho que falta democracia. É preciso respeitar o gay, mas também quem pensa diferente do gay. Não respeitar a nossa opinião é que é preconceito", afirmou. "Não estou defendendo o Feliciano, mas o respeito a essa opinião, a democracia, a liberdade de expressão, porque tem muitos pais, muitas mães que não concordam com essa, sabe, essa aberração. Eu não concordo com homens ou mulheres em público ficarem se agarrando. Tem coisa que é particular." Mara

A mídia ignora o papel que deveria fazer. Estão na TV para informar a população; formam opinião, mas não buscam a informação devida para saírem falando aos milhares. Falam de cura, cura, cura... quando não há projeto nenhum para "cura gay", o que se quer é: que O INDIVÍDUO QUE DESEJA BUSCAR AJUDA PARA SAIR DO HOMOSSEXUALISMO RECEBA A AJUDA DO PSICÓLOGO QUE DESEJAR AJUDAR COM OS CONHECIMENTOS QUE PROFISSIONALMENTE ADQUIRIU!

Ou a maioria do pessoal que comenta na TV e jornais sobre o assunto é ignorante ou são militantes da ala gay. 
 
À luz da Bíblia, sempre foi, sempre será, aberração a relação homossexual; é abominação. E, diga-se de passagem, posso dizê-lo livremente. 

"CURA GAY" E O DIREITO DE FAZER O QUE DESEJA FAZER

Em 18/06, foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo Pr. Marco Feliciano, o Projeto de Lei denominado "Cura Gay".
No entanto, é bom entender do que se trata. Muitos já sabem, mas nunca é demais tentar esclarecer um ponto que para outros ainda é obscuro.
O projeto visa retirar de uma Resolução do Conselho Federal de Psicologia dois artigos que proíbem os psicólogos tratarem homossexuais que desejarem abandonar o homossexualismo e, pra isso, procurarem ajuda profissional.

Ora, a Resolução do Conselho é totalmente incongruente! Veja: um indivíduo, algum dia na vida, fez a opção por ser homossexual; até aí tudo bem, ninguém interviu na liberdade dele. Passado algum tempo, o mesmo indivíduo decide abandonar o comportamento e ser heterossexual; opa, aí o Conselho vem e proíbe psicólogos tratarem de pessoas que desejam ajuda para retomar a heterossexualidade.

A militância gay e o Conselho acham que ser heterossexual não é definitivo, "hetero" pode ser "homo", mas ao contrário não pode. 

Liberdade para transitar do mundo heterossexual para o homossexual, se quiser voltar não pode, não com ajuda de um psicólogo. Querem entregar o conceito de sexualidade e o que o indivíduo pode fazer dela à minoria gay; é um absurdo.

Cristãos devem ser a favor do projeto, tanto por sua legalidade como pela prescrição bíblica acerca da sexualidade, tendo como coisa abominável o homossexualismo.