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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"VIVEI, ACIMA DE TUDO, POR MODO DIGNO DO EVANGELHO DE CRISTO" Fp 1.27

Paulo, ao escrever a sua bela carta à Igreja na cidade de Filipos, depois de expor sua situação de prisioneiro por causa do Evangelho, de falar de sua conduta reta diante das aflições, exorta a igreja filipense:
 
“Vivei, acima de tudo, por modo digno do Evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;” Fp 1.27

Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é uma condição realmente nobre, pois é um convite a viver renunciado os próprios desejos, lutando contra a carne, fazendo morrer a natureza terrena, colocando o Evangelho acima dos desejos pessoais e prazeres carnais. Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é colocá-lo acima dos próprios objetivos e metas pessoais.

John MacArthur, em seu comentário sobre Filipenses, acrescenta: “Ele [Paulo] convida os filipenses a manter seu compromisso espiritual, para continuar a se comportar de uma maneira que seja consistente com o poder do evangelho. Ele chama-os a olhar cuidadosamente em seus próprios corações, para determinar se eles têm integridade espiritual. Este recurso se aplica, naturalmente, a todo seguidor de Jesus Cristo em cada tempo e lugar.”
 
Hoje em dia vivemos uma terrível crise na vida cristã dos evangélicos. Primeiramente o problema está, justamente, no “evangelho” difundido em larga escala, um “evangelho” que não é o de Cristo, mas, como alguns ajuntamentos se intitulam evangélicos são contados como tais. O Evangelho das massas tem o homem no centro, tudo gira em torno dele, sejam as músicas, pregações, campanhas etc..


O Evangelho de Cristo é firmado, inicialmente, no Cristo bíblico, lógico, no messias que, servindo de exemplo em tudo, conforme a mais alta teologia paulina, afirma que o Senhor mesmo “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si  mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” Fp 2.6-9

Este é o Cristo do Evangelho; é o comportamento padrão para fundamentarmos nossa devoção ao Senhor.

Um pouco mais à frente, em Fp 2.12, Paulo conclama os filipenses a desenvolverem a sua salvação com temor e tremor.

A falta de temor e tremor de alguns crentes está justamente em não conhecerem o Cristo do Evangelho como a Bíblia o revela. Entender nossa condição de pecadores, e a condição de  que Cristo se fez pecado por nós,  nos constrange a vivermos de modo digno do Evangelho, a desenvolvermos nossa salvação com temor e tremor. Fora disso, muitos frequentam as igrejas aos domingos, mas no dia seguinte maculam o nome da Igreja com suas condutas detestáveis. Alguns, após o culto dominical, ou antes dele, entregam-se ao pecado, sem medo, sem temor, para depois levantarem mãos impuras em direção ao teto do templo, pois o céu certamente recusa ofertas de um coração hipócrita.

Sabiamente, em “Sua Igreja Está Preparada?”, o notável apologista Ravi Zacharias escreve: “tenho pouca dúvida de que o maior obstáculo individual para o impacto do Evangelho não tem sido sua inabilidade para fornecer respostas, mas a falha de nossa parte em vivê-lo completamente”.

Crentes que não vivem de modo digno do Evangelho impedem o progresso do Reino, não vivem “num mesmo espírito”, não combatem juntos pela fé evangélica, antes, vivem desgarrados, unindo-se a outros que vivem de modo indigno, fazendo coisas indignas, para a desonra do nome do Senhor e a condenação própria.

Outro ponto de destaque no v. 27 é quando o apóstolo adverte: “para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós…” Paulo lembra aos filipenses que a conduta deles não deve ser exemplar tão somente se o apóstolo estiver com eles, mas, antes, as notícias dos cristãos filipenses deveriam ser de que andavam de modo digno do Evangelho, que estavam unidos em um mesmo propósito, ainda que o apóstolo estivesse longe daquela igreja.

Às vezes ouvimos notícias sobre a conduta de cristãos que nos partem o coração, pois além de macularem o Caminho ainda atraem para si maldição, perdição, mesmo tendo conhecimento de que o salário do pecado é a morte caminham tranquilamente pelo espaçoso caminho que conduz à perdição.
 
Por fim, mais um trecho do escrito de Macarthur encerra bem o artigo: “Quando olhar o incrédulo na igreja e não ver a santidade, pureza e virtude, não parece haver nenhuma razão para crer no evangelho que proclama.”

Viva de modo digno do Evangelho.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

O Que faço se não tenho a alegria que deveria ter em Deus? - John Piper

A alegria que podemos desfrutar em Cristo é fruto também de nosso esforço em obedecê-lo; a obra de Cristo é suficiente, mas devemos seguir as orientações de sua Palavra para desfrutarmos da abundante alegria que nEle podemos gozar mesmo em meio às dificuldades.


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OBAMA CAMINHA PARA DESCRIMINALIZAR A MACONHA

É claro que não é só o ministro Carlos Minc, personalidade política, que é a favor da legalização da maconha, talvez ele até inveje Barack Obama pelo poder que este têm para fazer com que a tal legalização seja concretizada o mais rápido possível, mas o certo é que nem aqui nem lá nos EUA isso traria benefícios para a sociedade. Leia abaixo dos vídeos o que pesquisas comprovaram.


No vídeo a seguir o retrato da maconha dos EUA hoje e o caminho rumo à tragédia social:

Neste a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado trata da atitude totalmente vexatória de Carlos Minc, em Abril deste ano, ao participar da Marcha da maconha. O deputado Paes de Lira analisa a atitude do Ministro segundo as leis nacionais e deixa claro que a atitude de Minc é condenável, diante do ponto de vista moral, ético e legal. O deputado fala de forma louvável sobre a relação do mercado consumidor de drogas e a culpa dos usuários nas inúmeras mortes diárias relacionados ao tráfico.


Nos países que descriminalizaram os índices de criminalidade e os danos à sociedade cresceram; seria que seria diferente no Brasil?

A “redução de danos” teve um preço trágico onde foi aplicada. Os programas de R.D. em alguns países europeus, como Holanda, Suíça e Suécia, resultaram num dramático aumento do uso de drogas. Como consequência, a Suécia, por exemplo, para reverter o quadro, adotou uma severa política antidrogas, ao constatar que as leis mais brandas causaram efeito devastador na sociedade. A Holanda é apresentada como modelo internacional de liberalização. Na realidade, a descriminalização de certas drogas, propiciou um aumento do crime e do uso de drogas. (Fonte Brasileiros humanitários em ação )


Ao encontro do noticiado pelo site acima citado vai também o artigo publicado por um pesquisador da FGV em Abril de 2002 no página Ciência Hoje, do portal UOL:

"Número de crimes aumentou em países que adotaram medidas descriminalizantes, mostram estatísticas
A relação entre drogas e criminalidade é indiscutível. Estatísticas mostram que nos países em que foram adotadas medidas descriminalizantes dos entorpecentes o número de crimes aumentou, paralalelamente a problemas como a maior incidência de Aids, caso de Portugal, e o narcoturismo, caso da Holanda. No Brasil, estudos apontam que 80% dos crimes são ligados ao mercado de tóxicos. A descriminalização não é a melhor maneira de combater ambos os males -- crimes e drogas --, pois pode levar o país a um processo de narcotização semelhante ao da Colômbia. " (Fonte: Ciência Hoje )


É patente aos olhos de qualquer pessoa que uso de drogas está relacionado à maioria dos homicídios no Brasil, são mais de 50 mil mortos anualmente, nem todos são motivados por tóxicos é claro, mas é inegável que grande parcela está associada a eles, não deixemos de fora o álcool que por imprudência governamental é comercializado livremente em todo o país, vendido a quem quer que seja e responsável por centenas de óbitos todos os dias.


A cosmovisão cristã tão condenada por muitos, é o que mais se necessita em dias atuais, pois a mesma não é uma visão religiosa ou ideológica que busca aprisionar o ser humano, mas libertá-lo daquilo que lhe é apresentado como liberdade, que na verdade o faz cativo do vício e modelo hedonista hodierno. Olhar o todo sobre os fundamentos estabelecidos por Jesus Cristo e os seus apóstolos é algo humano e visa a dignidade do homem frente aos seus iguais, mas isso se dá quando a mais nobre obra da criação tem em mente que o ser é mais que o ter, que somos humanos e não coisas, que o homem deve ser objeto do amor e não objeto de negócio, que fomos criados à semelhança de um Deus que manifesta seu amor em atitudes e não em discursos vãos que anestesiam mentes até que o objetivo dos eloquentes dementes sejam efetivados.
Quando cada homem tiver em mente que está impresso em nós uma moralidade quem vem daquele que nos criou,e para isso atentar e ser levado a Ele, poderemos ser melhores, poderemos ser mais humanos e menos animais.

"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos..." (At 17.28a)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O QUE DISSE HABACUQUE ?


"Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação" Habacuque 3.17,18

Esse trecho da Palavra de Deus é muito conhecido entre os cristãos, é uma das mais belas orações registrada pelas Sagradas Escrituras, hinos são compostos sobre esses versos, o texto serve de tema para festividades e pregações são embasadas nas palavras do profeta. Mas o que o profeta habacuque estava dizendo nesses versos? Seria somente um belo exemplo de como deveria se comportar o cristão em meio a adversidades?
Certamente existe uma profunda mensagem de Deus nesse trecho do livro do profeta, Habacuque escrevera algo muito profundo, uma oração de um verdadeiro servo fiel que confiaria no Senhor mesmo em meio às tragédias.
Quando ele escreve ( ...ainda que a figueira não floresça... ) estava se referindo à funcão da pasta de figo, extraída da árvore, servia como remédio, para ser colocada sobre as feridas; se esgotasse esse recurso: ainda assim ele se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação.
Logo em seguida ( ...nem haja fruto na vide... ) o que ele dizia era que, ainda que não houvesse o vinho ,simbolizando alegria: ele ainda se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação.
Após isso ( ...ainda que decepcione o produto da oliveira... ) fazia referência à luz, à ilumiação que se conseguia através do azeite extraído da oliveira, se o faltasse: ele ainda se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação.
Mais um pouco ( ...os campos não produzam mantimento... ) se faltasse o alimento, não produzissem mantimentos as cearas: ele se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação. Por último ( ...ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado... ) se não houvesse como se vestir, pois se fazia roupas de peles, de couro, se não houvess a carne extraída dos rebanhos :ele se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação.
A mensgem que encontramos de Habacuque para nós é a seguinte: se estiver doente e não houver remédio para que me sare, se em mim existir somente tristeza e eu me encontrar na escuridão, tenha escassez de alimento e esteja nu, todavia eu me alegrarei no SENHOR, exultarei no Deus da minha salvação.
Por que ele dizia assim? Isso contraria vários ensinamentos de algumas doutrinas, segmentos "teológicos" que afirmam que o crente tem que viver em abundância pois Jesus foi rico, seu ministério era bem sucedido financeiramente por isso tinha um tesoureiro, segundo eles o Mestre andava vestido de roupas finíssimas, seu transporte foi um jumentinho e dizem que era o melhor daqueles tempos.
Habacuque orava assim pois sabia que a essência de servir a Deus, como sabemos, não é o ter mais sim o ser, ser perseverante (MC 13.13), ser provado e aprovado como foi Jó e outros (Tg 1.12), ser açoitado, mesmo livre continuar sendo prisioneiro de Cristo ( IICo 11.24,25), ser santo ( I Pe 1.15).
Diante da oração do profeta nós podemos refletir um pouco: como temos orado ? Temos pedido o que é bom aos olhos do Senhor? Será que conseguimos pensar e crer como Habacuque ou nossa fé está no que Deus pode nos dar e não no que Ele é?
Que possamos seguir o modelo de oração que encontramos na Palavra do Senhor, para que seja feita Sua vontade e não a nossa.
"Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados." (II Coríntios 13 : 5)


Em Cristo,

João Paulo

quarta-feira, 27 de maio de 2009

ELE VEIO PARA OS QUE NECESSITAM.



"Jesus, porém, ouvindo, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas, sim, os doentes.
Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício. Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento." (Mt 9.13,14)
Essas foram palavras de Jesus, ele veio para os necessitados, para os doentes, para publicanos e pecadores, pessoas que carecem de instrunção e ajuda, não para os que julgam estar de pé ( I Co 10.12). Se você pode ajudar alguém, faça-o, existem inúmeras pessoas necessitando de ouvir aceca do amor do Mestre. Mas há também cristãos que precisam de ajuda, ajude com palavras, com suprimentos, com vestimentas, o que estiver ao alcance faça-o, mas cuide em fazê-lo com amor, pois maior amor teve o que se deu por nós, só seremos reconhecidos como servos dEle se em nossas atitudes estiver presente o amor.

"Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá." (I Tm 4.13)
Abraço.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

SEM ARMADURA??




Em dias em que tantos cristãos guerreiam espiritualmente, tanto se fala em amarrar, determinar e tantas coisas ligadas a ações que caracterizam o povo evangélico como soldados em meio a uma batalha, necessita-se de armas, de estarem vestidos de uma armadura para resistir a tudo quanto lhes atacar. Mas, contra quem se dá nossa batalha? Somos mesmo atacados ?
O apóstolo Paulo ao escrever sua carta à igreja do Senhor Jesus na cidade de Éfeso advertiu-os da seguinte forma:

"Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos," Efésios 6.13-18


Paulo fazia uma comparação das armas que nos são necessárias, com o modelo de armadura usada pelos soldados romanos pois, a Bíblia nos relata que estamos sim em uma batalha, contra seres nas regiões celestiais:"Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." (Efésios 6 : 12), e contra nós mesmos: "Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço." (Romanos 6.15) e vv 16-25. Diariamente o cristão é atacado pelo inimigo que quer fazê-lo pecar, distanciá-lo do seu Deus (Ef 6.16b); mas Deus coloca à disposição de seus soldados uma poderosa armadura que, se usada de forma correta o manterá firme durante toda batalha até que aquele que o alistou para Seu exército lhe recompense com inefáveis maravilhas :"O qual recompensará cada um segundo as suas obras; a saber: A vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, honra e incorrupção .Mas a indignação e a ira aos que são contenciosos, desobedientes à verdade e obedientes à iniqüidade;Tribulação e angústia sobre toda a alma do homem que faz o mal; primeiramente do judeu e também do grego;Glória, porém, e honra e paz a qualquer que pratica o bem; primeiramente ao judeu e também ao grego; ( Romanos 1.6-10).
Nesse constante e diário combate o Senhor no adverte a estarmos sempre cingidos com a verdade, e como falta a verdade em alguns servos de Deus, não só verdade no sentido de os lábios não pronunciarem aquilo que é mentira mas, verdade no tocante ás nossas atitudes para com o próximo pois, se dissermos que amamos Deus a quem não vemos, logo, amamos nossos irmãos a quem vemos senão somos mentirosos; também devemos ser verdadeiros quanto á assistência aos pobres pois é mandamento do Senhor que, nos recompensará até por um copo d'água que a algum dos seus pequeninos oferecermos ( Mt 10.42). Não poucas vezes a Bíblia nos exorta á verdade, para que abandonemos a mentira (Ef4.25); para que guardemos os mandamentos do Senhor não sendo mentirosos ( I Jo 2.4);e ainda é clara em dizer que os mentirosos não entrarão no Reino dos céus (Ap 21.8; 22.15).
Outro item da armadura do soldado de Cristo é a justiça, algo também esquecido nos dias atuais, os homens valem-se muito mais de seus interesses, em manipular situações em favor próprio, do que serem justos em todo tempo, ainda que sofra dano o servo do Senhor tem de ser justo( Sl 15.4); mas, para os que anseiam por justiça e por ela lutam, serão saciados pdelo Justo Deus( Mt 5.6).
O Evangelho da paz, que deve ser aquilo que levamos à todos que encontrarmos, tem sido substituído por um evangelho de tribulação, alguns trocam a cruz de Cristo e seu leve fardo por uma religiosidade pesada e que está longe de estabelecer a paz que o Cristo veio trazer aos que estavam separados do Criador, contudo, o verdadeiro soldado do batalhão celeste leva a toda parte o EVANGELHO que põe a criatura em paz com seu Criador a e ainda torna-á na condição de filho, não sendo mais o criador apenas aquele que lhe deu vida mas, um Pai amoroso que conduz ao céu.
A fé, descrita pelo escritor aos Hebreus da seguinte forma: "ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." (Hebreus 11 : 1), item sem o qual não podemos agradar aquele que nos alistou ( Hb 11.6), tem de estar presente na vida do servo de Deus, intrinsecamente, pois sem ela nem podemos nos alistar nesse exército vencedor quanto mais guerrear por ele sendo vencedores. A fé deve estar alicerçada num único fundamento, Cristo ( I Co 3.11), não há outro e nunca haverá, se a fé não está posta no filho de Deus ela é vã e infrutífera para a vida eterna, alguns que se denominam ministros de Deus levam o povo a exercitarem sua fé em amuletos e tudo quanto lhes seja acessível para manipular o maior número possível de desavisados; uma fé centrada em Jesus e a cada dia acrescida pelo ouvir da palavra de Deus é um escudo através do qual ficamos protegidos contra os dardos no inimigo das nossas almas.
O capacete protegia a cabeça do soldado, parte mais sensível e importante do corpo humano, assim também deve ser também nossa salvação, devemos valorizá-la como bem inegociável e que nunca deve sair de nossa cabeça que dirige todo o corpo, salvação essa que não foi obtida por preço insignificativo mas, que nos foi oferecida não sendo possível pagarmos por ela, nem ainda que esgotássemos todos os recursos do mundo. Fora do sacrifício de Cristo não há salvação (At 4.12),e essa salvação não é exclusiva de etnia, povo ou classe de determinadas pessoas ( At 2.21).
A espada a que Paulo se referia é a Palavra de Deus como mostra o versículo, sem ela é frustrado todo esforço do soldado para se manter vivo em uma batalha, a Palavra de Deus é que nos libertou ( Jo 8.32), e usando-a o soldado de Cristo tem o poder de libertar outros cativos. A espada do Espírito é que nos faz viver na peleja, mas importante do que o alimento para o corpo, sem ela verdadeiramente somos facilmente vencidos (Mt 4.4).
O objetivo dessa postagem é que os leitores sejam despertados para buscarem ao Senhor mais e mais pois ele nos oferece essa ARMADURA para que vençamos e alcancemos a salvação. Vivemos dias de trevas e de relativização da verdade, dias de verdadeira batalha onde necessitamos lutar diariamente, incansavelmente par alcançar a vitória chegando ao final de nossa missão sem tombarmos diante do inimigo. Todas as palavras aqui escritas podem ser resumidas em uma única mensagem: Sem armadura você morre.


"Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra." (II Timóteo 2 : 4)



Em Cristo,



João Paulo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

ALGUMAS CONDIÇÕES.



SE
conj. condicional Exprime condição, hipótese; caso: Se vos esforçardes, aprendereis (caso vos esforceis)

A definição acima é dada à conjunção SE pelo dicionário Michaelis, tal palavrinha, como acima está, leva-nos à idéia de que se cumpra uma condição para alcançar algo, e isso está intrinsecamente ligado ao nosso viver não podendo ser dele retirado, podemos ver alguns exemplos: só conseguiremos nos manter de pé (fisicamente) SE nos alimentarmos, alguém só pode ler SE evidenciar esforços em aprender, no nosso caso, a língua portuguesa, só há possibilidade de acessar a internet se houver um computador.
Sabemos que condições nos são impostas diariamente não como forma arbitrária por alguém mas, naturalmente fazem parte do viver e o simples fato de existir nos impõe condições para a continuidade da vida. Sem condições é absolutamente impossível de existirmos, até nossa existência dependeu de uma condição: SE o Senhor não nos formasse não existiríamos; e se há tantos SE, ou condições, para que possamos viver bem socialmente nos nossos relacionamentos com outros seres humanos e com a natureza, certamente existem não poucas condições para que alcancemos, no plano espiritual, no relacionamento com Deus enquanto vivermos e após a morte, uma vida de bonança e de eterno gozo junto ao nosso criador.
A palavra de Deus expressa e nos mostra condições impostas ao homem desde os tempos mais remotos : “SE bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” Gênesis 4.7, isso foi o que Deus disse a Caim quando este apresentou diante do Senhor sua oferta e não foi aceito.
Em Deuteronômio o Senhor colocara diante do seu povo a opção de escolherem o caminho que deveriam seguir, contudo, havia condições para obterem do Senhor a benção: “Eis que hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição; A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que hoje vos mando;
Porém a maldição, se não cumprirdes os mandamentos do SENHOR vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes.” Dt 11.26-28.
É natural que assim seja, condições impostas por Deus e não pelo homem levam-nos à presença do Senhor e a desfrutar da abundante vida reservada àqueles que Lhe obedecerem, em muitas casos vemos como o homem impõem duras leis e pesos sobre o povo de Deus que lhe impedem de caminhar, de cultuar, de servir ao criador com prazer, com alegria, contudo,o Jugo imposto por Jesus é suave e leve, o modo que encontrou o Senhor para ser justo ao distribuir bênçãos foi tão somente impor as tais condições, aos que obedecerem e se sujeitarem ao Senhor receberão dele a benção, os que escolherem trilhar outro caminho também receberam o fruto de seus atos.
O céu está repleto de dádivas e experiências que o Senhor quer que tenhamos enquanto seres viventes aqui terra, veja por exemplo: Deus queria perdoar o povo de Israel e sará-lo e lher oferecer uma vida abundante mas, para isso queria que seu povo fizesse algo mínimo e lhe impôs o seguinte: "E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." (II Crônicas 7 : 14), humilhar-se, orar, busar ao Senhor, abandonar os erros, atitudes simples que deveriam ser características daqueles que invocavam o nome do Deus de Israel, no entando o criador se viu "obrigado" a oferecer algo em troca da obediência ao seu povo para que não perecessem.

Passaram-se tantos anos e o povo de Deus ainda não conseguia servir ao Senhor com dedicação e prazer, ao longo da história do Antigo Testamento vemos Deus estabelecendo parâmetros e condições para que sua criatura O buscasse e se achegasse ao criador, então o Senhor envia Jesus para oferecer ao homem a oportunidade de salvação mas, novamente lá está a condição para se obter a salvação, Deus uma vez mais quer ajudar o homem a manter comunhão com seu Sustentador e agora bastava somente crer no próprio Deus encarnado e seguir seus mandamentos; em vários textos do Novo Testamento vemos Deus se dirigindo ao homem e lhe oferecendo mais do que lhe é justo dar:
Jesus oferece dar ouvidos aos limitados e pecadores homens: "Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve." (João 9 : 31);
Jesus oferece vida eterna : "Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte." (João 8 : 51);
Oferece o caminho para salvação: "Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens." (João 10 : 9);
Dá ao homem a oportunidade de ser honrado pelo soberano, onipotente e inigualável Deus : "Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará." (João 12 : 26);
O Deus encarnado oferece amizade, amizade aos mais ingratos e indiferentes dos seres criados por ele :“Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando." (João 15 : 14);
O Senhor manifestou seu amor de tão grande maneira que se dispôs a esquecer todos nossos pecados, apagar nosso passado e isso é algo que homem nenhum faz por seu próximo, pelo contrário, repetidamente lança em rosto o erro de outrem, mas Deus nos diz assim : "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (II Coríntios 5 : 17), "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça." (I João 1 : 9)
Diante da imensidão do amor de Deus que impôs essas condições para nos abençoar e não para beneficiá-lo, será que estamos dispostos a nos esforçar um pouquinho para honrar o amor do Pai? Ele nunca precisou de nós, nunca foi carente da adoração do homem pois no céu há adoração de incontáveis seres celestiais, Ele sempre será Deus quer o adoremos quer não, Ele só quer ver em nós gratidão e amor por seu sacrifício, as condições são as mínimas possíveis , e isso para alcançar o máximo que o ser humano pode obter: a eterna comunhão com o Altíssimo.
Com certeza o que Deus tem requerido de você é algo que pode lhe oferecer, e isso será para sua felicidade e paz tanto aqui como na eternidade.
Uma última condição, depois de tudo que o Senhor fez Ele ainda quer nos coroar, basta guardarmos sua Palavra e nosso viver, cabe a nós escolhermos o caminho:

"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)



Joao Paulo

UMA PASTORA NO MINISTÉRIO DA MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS.

No vídeo abaixo, a nova Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos concede entrevista ao canal CPAD. Dentre outras coisas, Damares fal...