quarta-feira, 12 de novembro de 2014
LEMBRAI-VOS DE LÓ!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O POSICIONAMENTO CONTRA ÁLCOOL E DROGAS NÃO É RELIGIOSO.
21,3% de acidentados em moto usaram droga ou álcool
Pesquisa foi realizada pelo Hospital das Clínicas com 326 motociclistas acidentados na capital; número de mortes cresceu 27% em sete anos
Vídeo: a difícil recuperação depois de acidentes com moto
SP: blitz da Lei Seca vai flagrar uso de maconha e cocaína
É inconcebível que autoridades e representantes do povo ainda defendam a legalização do uso de drogas, ainda que maconha, quando caminhamos para tolerância zero acerca do álcool, sem contar o prejuízo que o Estado arca com acidentes é altíssimo.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
NO "ESTADO DE SÃO PAULO", CRÍTICA À PL QUE BENEFICIA AMANTE
Abaixo um artigo publicado no site CONJUR que trata sobre o PL 674/07 que prevê, dentre outros, o benefício da pensão para amantes, isso mesmo, amante, aquela com quem um homem casado adultera.
É óbvio que do diante de DEUS o adultério é PECADO, pois transgride o propósito daquele que criou o matrimônio, que criou o relacionamento de homem e mulher.Em Malaquias Deus adverte o povo acerca da infidelidade conjugal, veja:
" Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.
E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança.
E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.
Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais." Ml 2.13-16
"Projeto de lei provoca bigamia e adultério
[Editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo (26/12)]
Os projetos de lei que a Câmara e o Senado aprovaram de afogadilho nas últimas semanas, antes do término da atual legislatura, não se limitam a conceder aumentos imorais, promover trens da alegria, aumentar os gastos do Tesouro e agravar a má qualidade do gasto público. Alguns se destacam também por suas implicações éticas, com graves consequências sobre os usos e costumes da sociedade brasileira.
É esse o caso do Projeto de Lei 674/07, que foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presentes apenas 3 deputados - apesar de 39 terem assinado a lista de presença. O projeto, que segue para o Senado, é de autoria do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) e foi apresentado sob a justificativa de "atualizar" e "modernizar" o Código Civil no capítulo do direito de família, abarcando temas como dissolução de laços conjugais, adoção, pagamento de pensão alimentícia e alteração do regime de bens por meio de escritura pública.
Embora o novo Código Civil tenha entrado em vigor há apenas oito anos, substituindo o velho Código concebido por Clóvis Bevilaqua na primeira década do século 20, o parlamentar baiano alega que ele é fruto de um projeto escrito pelo jurista Miguel Reale entre 1968 e 1972, quando eram outras as condições políticas, econômicas, sociais e culturais do País. Como os valores morais do século 21 não são os mesmos dos das décadas finais do século 20, seria necessário atualizar tanto a legislação quanto a jurisprudência dos tribunais, afirma Barradas Carneiro.
Com o objetivo de instituir um "Estatuto das Famílias", ele reuniu num único texto dispositivos jurídicos que já constam da Constituição de 88, do Código Civil de 2002 e até mesmo do Código de Processo Civil de 1973 - que está sendo reformulado pelo Senado.
Além disso, com o apoio do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Carneiro incorporou ao projeto emendas constitucionais e leis aprovadas há seis meses que mudaram as regras do divórcio, eliminaram a figura jurídica da separação judicial e revogaram o limite de idade máxima para a pessoa se casar sob o regime de comunhão de bens, que hoje é de 70 anos. O deputado também introduziu algumas inovações na regulação das relações matrimoniais e familiares.
O resultado é um monstrengo jurídico. Entre outros absurdos, a pretexto de defender a família, o projeto prevê que "a união formada em desacordo aos impedimentos legais não exclui os deveres de assistência e a partilha de bens". Trocando em miúdos, ele impõe ao marido a obrigação de pagar pensão não apenas para a mulher com quem é legalmente casado, mas, igualmente, para a amante. Esta teria prerrogativas idênticas aos da esposa oficial - inclusive o direito à partilha de bens.
Segundo a vice-presidente do IBDFAM, Maria Berenice Dias, que se apresenta como autora intelectual do projeto do deputado Sérgio Carneiro, o Código Civil seria leniente com o homem que tem mais de uma mulher e beneficiaria somente a esposa, deixando a "outra" ao desamparo. Com o Estatuto das Famílias, "o homem passa a se responsabilizar pelas duas", afirma Dias, depois de esclarecer que a inovação não se aplica a eventuais casos extraconjugais. Para pleitear pagamento de pensão e até herança, a amante teria de provar a "estabilidade da união".
O projeto aprovado a toque de caixa pela CCJ da Câmara, sob o pretexto de aumentar as responsabilidades jurídicas dos maridos em suas relações afetivas, na prática institucionaliza a bigamia e o adultério. Em vez de reforçar os laços matrimoniais e fortalecer a unidade da família, como afirmam seus autores, ele acarreta efeitos diametralmente opostos.
Em resposta às fortes críticas feitas ao projeto por vários setores da sociedade, o IBDFAM distribuiu nota classificando-as como açodadas, moralistas e juridicamente infundadas e afirmando que o direito de família não pode ser tratado com base em preconceitos e tabus. São palavras vazias, diante de um texto juridicamente estapafúrdio e moralmente discutível."
fonte: CONJUR
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
OBAMA CAMINHA PARA DESCRIMINALIZAR A MACONHA
Nos países que descriminalizaram os índices de criminalidade e os danos à sociedade cresceram; seria que seria diferente no Brasil?
A relação entre drogas e criminalidade é indiscutível. Estatísticas mostram que nos países em que foram adotadas medidas descriminalizantes dos entorpecentes o número de crimes aumentou, paralalelamente a problemas como a maior incidência de Aids, caso de Portugal, e o narcoturismo, caso da Holanda. No Brasil, estudos apontam que 80% dos crimes são ligados ao mercado de tóxicos. A descriminalização não é a melhor maneira de combater ambos os males -- crimes e drogas --, pois pode levar o país a um processo de narcotização semelhante ao da Colômbia. " (Fonte: Ciência Hoje )
"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos..." (At 17.28a)
sábado, 8 de agosto de 2009
"O ATIVISMO PRÓ-HOMOSSEXUAL ESTÁ DIRETAMENTE LIGADO AO NAZISMO."

"A psicóloga repreendida pelo conselho federal por anunciar que muda a orientação sexual de gays diz que ela é quem está sendo discriminada
Juliana Linhares - Veja.com
"Preciso continuar a atender as pessoas que voluntariamente desejamdeixar a atração pelo mesmo sexo" - Rozângela
A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico? O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.
O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais? É não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
STJ ABSOLVE ACUSADOS DE EXPLOERAÇÃO SEXUAL DE MENORES.
- É uma aberração, uma interpretação equivocada e absurda do Estatuto da Criança e do Adolescente. O estatuto é claro ao afirmar que a exploração de menores é crime permanente.
Não importa quem iniciou o processo, mas todos que se utilizam ou participam do esquema têm de ser punidos - afirma Ariel de Castro Alves, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Para a procuradora Ariadne Cantú Silva, que foi promotora do processo, os tribunais desconsideraram o que as duas menores já tinham sofrido: - As meninas não tinham qualquer domínio de sua liberdade sexual. Não era uma opção.
Elas entraram na prostituição por viverem em situação de risco. A decisão levou em conta apenas um Código Penal ultrapassado.
O juiz estadual absolveu os réus porque, de acordo com ele, "as prostitutas esperam o cliente na rua e já não são mais pessoas que gozam de uma boa imagem perante a sociedade". O magistrado afirmou ainda que a "prostituição é uma profissão tão antiga que é considerada no meio social apenas um desregramento moral, jamais uma ilegalidade penal". O STJ manteve a posição e condenou os acusados apenas por portar material pornográfico. Eles fizeram fotos das meninas nuas. " PFDC
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." (Rm 1.25,25)
segunda-feira, 25 de maio de 2009
NOTA DE REPÚDIO EM FACE DAS DECLARAÇÕES DO MINISTRO CARLOS MINC

1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia..
2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”.
3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de “multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários”. Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio;
4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais.
5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos – a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também “corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários” originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga.
6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio;
7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houveram no Brasil três mil crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos):
Os gays são mais “frequentemente assassinados dentro da própria casa”, geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: “80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos”.
Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.
Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido!? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!
d) Impunidade nos delitos contra a natureza;
Em suma, diante do fiasco à frente do Ministério do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc procura desesperadamente por visibilidade advogando causas estranhas à sua pasta. Como militância na marcha da maconha e portavoz de evento gay.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O CRISTÃO E O MUNDO.
O tema abordado na primeira parte da primeira edição do programa foi o crescimento numérico da igreja no Brasil, crescimento vertiginoso mas que não tem implicado em qualidade, em transformação na sociedade. Onde está o problema? O crescimento tem sido real ou apenas um inchaço passageiro?
Algumas considerações dos participantes:
Pr. Geremias do Couto, " A mensagem da igreja precisa ser centralizada na cruz"
Pr. Silas Daniel, "O crescimento qualitativo não tem acompanhado o crescimento qualitativo"
" Um dos problemas é o evangelho que se prega hoje nas igrejas, há muitos convertidos sem uma solidificação doutrinária"
Pr. César Moisés, " A igreja foi mais influente quando havia menor número de cristãos, os cristãos eram sérios quanto à sua conduta cristã."
" Tem acontecido mais adesões ao Evangelho que conversões"
" Se minha visão é apenas terrena eu vou trabalhar para ficar aqui, se minha visão é do céu eu vou trabalhar sabendo que há uma vida além da terrena"
Pr. Alexandre Coelho, " Muitos cristãos que deveriam fazer a diferença se deixam modelar pela conduta mundana"
Ótimo programa, se você pode acompanhá-lo faça-o, certamente Deus irá abençoa-lo.
Está aí um bom compromisso para termos toda terça e quinta de 13:00 - 14:00.
Abraço.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
AS APARÊNCIAS PODEM ENGANAR.
Não é recente a questão de o que homem tenta passar a outros uma imagem que transmita a melhor impressão possível ainda que não seja como ele as aparências demonstram, o apóstolo Paulo falou algo sobre o assunto em Romanos 2.25-29, falava ele sobre o verdadeiro Judeu e o que o caracterizava, não eram mais os sinas externos que qualificavam alguém como justo mas, sim, o interior, o coração.Deus deu a Abraão a ordenança de marcar a carne do homem, macho israelita, com a circuncisão, sendo ela uma marca não só humana mas também proveniente de Deus e que agradava à vontade de Deus, naquele rito judaico estava uma marca externa porém, não se constituía Judeu aquele que fosse submetido somente à circuncisão, havia outras ordenanças para que o povo de Deus fosse verdadeiramente dEle, mandamentos que muitos ignoravam preocupando-se excessivamente com o externo e descuidando-se do homem interior.
Quando Paulo escreveu a carta à igreja em Roma já não era mais o judaísmo que separava o povo de Deus daqueles que não pertenciam ao Criador, agora havia outra marca que diferenciava essas duas categorias de povos, a marca não estava mais ligada à carne e sim ao interior do homem, ao coração, e é isso que o apóstolo ensinava de forma tão sábia e própria, Cristo veio para remover aquilo que era posto pelos homens, a lei não absolvia o homem do pecado mas, sim, o tornava pecador pois a mais nobre criação de Deus não agia mais para Deus antes, para não ser condenado pelo que a lei determinava.
Em nossos tempos vemos muitos cristãos aparentemente fiéis, trajam roupas que transmitem “santidade”, como se fosse possível, falam de forma espantosa com um linguajar “evangeliquês” que impressiona pelo “fogo”, pelos “mistérios”.
Jesus observou atitudes semelhantes em seus dias (Mt 23.3), tanto que disse aos homens que poderiam fazer o que os doutores da lei diziam mas, não deveriam fazer o que eles faziam, eram hipócritas, mentirosos, ostentavam uma imagem que não lhes era verdadeira, suas atitudes eram apenas para serem bem aceitos entre os homens, Jesus veio para mudar isso, o Mestre veio mostrar ao homem que a vida cristã, a adoração e toda nossa conduta devem estar além das aparências e de lugares físicos, ao ser questionado por uma mulher Jesus lhe disse que deveria adorar a Deus em Espírito e em verdade e não cumprindo simplesmente um costume humano: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4 : 23).
Embora o cristão deva manter uma aparência agradável, descente e não sensual, isso não qualifica qualquer ser humano de aparência piedosa como filho de Deus, infelizmente o que mais ameaça as igrejas evangélicas são pessoas que estão no meio dos evangélicos, pessoas que não demontram frutos de arrependimento (Mt 3.8), homens e mulheres bem vestidos mas encharcados de engodo, mentira, contendas e desamor, aqueles que procedem sem amor, apenas enganam a si mesmo, não são parte daqueles que desfrutarão o gozo eterno, o Senhor nos adverte que, se não amamos o irmão a quem vemos não podemos amar a Deus que não vemos ( 1 Jo 4.20; 2.10; 3.10 ).
Jesus foi bem claro em Mt 21.19 ao amaldiçoar a figueira, ela não continha frutos, somente aparência, Jesus olha por detrás das folhas, por detrás daquilo que o homem apresenta, como já escrevi em outra postagem uma particularidade da figueira era nascerem os frutos antes da folhagem então, obrigatoriamente aquela figueira deveria ter frutos.
Em Cristo,
João Paulo
UMA PASTORA NO MINISTÉRIO DA MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS.
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Com o lançamento de novas traduções, muitas pessoas têm ansiosamente perguntado: "Qual é a melhor tradução da Bíblia?" Não são abo...
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*Este artigo foi publicado primeiramente no dia 22/01/2009, mas em face dos últimos acontecimentos é pertinente republicar. Alguém e...
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Nó próximo final de semana, 7-9 de Agosto, acontecerá na sede da Assembléia de Deus em Uberlândia o 1º Seminário de Escola Dominical do Triâ...
