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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

LEMBRAI-VOS DE LÓ!




Conhecemos a história de Ló (Gn 13), sobrinho de Abrão, mas principalmente o que Jesus disse acerca de sua esposa: “lembrai-vos da mulher de Ló” (Lc 17.32). O Senhor destacou a mulher pelo seu comportamento, e de fato é digna de observação de todos nós, mas a Palavra de Deus também ensina muito acerca de Ló.

Em Gênesis 13 vemos a história que conta a separação de Abrão e Ló. Os pastores dos dois disputavam entre si, pois era grande o rebanho de ambos e a terra em que estavam juntos não os suportava. Assim, Abrão buscou resolver a questão amigavelmente, dizendo que Ló escolhesse a parte da terra para a qual queria ir e o patriarca iria em direção contrária, acabando assim com a contenda entre os servos de ambos.

“Levantou Ló os olhos e viu toda a campina do Jordão, que era toda bem regada (antes de haver o Senhor destruído Sodoma e Gomorra), como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, como quem vai para Zoar” (Gn 13.10). Aqui, parece que podemos imaginar a face de Ló ao contemplar o cenário maravilho da natureza bela do Criador e, movido pelo que viu, não teve dúvidas: “Então Ló escolheu para si toda a campina do Jordão e partiu par ao Oriente...” (v. 11).

Os versículos seguintes são assustadores, pois falam com mais clareza do local em que Ló escolheu acampar; descrevem os versos 12 e 13 a cidade até onde estendeu Ló sua morada e como eram tais moradores aos olhos de Deus. Observe: “Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma. Ora, os homens de Sodoma eram maus e grandes pecadores contra o Senhor”

Como alguém decide fixar sua morada no meio de homens assim? Como um pai escolhe esse meio para criar seus filhos e conviver com sua família? Seriam as campinas do Jordão tão atraentes que Ló não viu nada além delas? Ou não considerava o sobrinho de Abrão que o local de sua morada ia além de bom pasto para seu rebanho?

Podemos aplicar o exemplo de Ló aos nossos dias? Sim, é a resposta. Estamos inseridos em um sistema que tem seus fundamentos em uma visão de mundo que excluiu Deus e os valores divinos. Os ímpios deste século, assim como os “vizinhos de Ló”, são maus e grandes pecadores contra o Senhor. Dentre tantas coisas, hoje querem esvaziar a noção de certo e errado, alegando que cada um faz o que bem entende de sua vida. Relativizam tudo dizendo: “é verdade pra você, mas não para mim.”

Os cristão estão aptos para viver em um mundo assim? Devemos responder. Parece-nos que Ló não estava preparado, pois não notou a podridão do lugar em que habitava. 

O sobrinho de Abrão podia levar sua casa para outro lugar, fisicamente falando; nós, por outro lado, somos convidados a manter nossa mente, nossa vida longe do sistema mundano, mas para isso precisamos discernir o que é o sistema dominado pelo inimigo, para tanto precisamos manter uma reflexão constante da Palavra de Deus, examinando-a sob oração. Precisamos analisar cada movimento à nossa volta, os valores apoiados pela mídia e promovidos via internet, TV e outros, caso contrário, poderemos cair diante do sistema que consumiu a moral de Ló e sua casa.

Sem o padrão bíblico poderemos cair no erro de não discernir que tipo de comportamento cultural ou de nossa parte ultrapassam o limite do comportamento do cristão, o que pode implicar em afastá-lo da fé, separando-o do Corpo de Cristo.

Ao final do relato de Gênesis, temos um catastrófico resultado na vida de Ló: perde tudo que tem, a esposa e, com as duas filhas e “as roupas do corpo” é tirado da cidade; suas filhas, que certamente não discerniam mais se o comportamento sodomita era errado ou não, embebedam o pai e, deitam-se com ele, cometendo incesto.

Eis a recompensa de um homem que não teve entendimento do ambiente em que armava suas tendas e não atentou para o perigo de habitar no meu de um povo mau aos olhos de Deus e grandes pecadores.
E nós, em que lugar fixamos nossas raízes? Que influencia o sistema à nossa volta exerce em nós, nossos filhos, nossa igreja, nossa visão de mundo?

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...” Rm 12.2a

“... antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” 1 Pe 3.15.

Lembrai-vos de Ló!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O POSICIONAMENTO CONTRA ÁLCOOL E DROGAS NÃO É RELIGIOSO.

Muitos "identificam" cristãos por serem contra o consumo de álcool e drogas, pelo menos em regra é assim.

Pois bem, sendo conhecidos pelo posicionamento contra o consumo de álcool e drogas, os cristãos o fazem pois a Bíblia sagrada deixa clara a orientação nesse sentido.

Desde o primórdios vemos graves problemas relacionados ao consumo excessivo de bebidas.

As drogas, ainda que maconha, também estão no rol de coisas que abominamos, haja vista os problemas graves que decorrem de seu uso.

Vejam reportagem abaixo:

fonte: veja.com

21,3% de acidentados em moto usaram droga ou álcool

Pesquisa foi realizada pelo Hospital das Clínicas com 326 motociclistas acidentados na capital; número de mortes cresceu 27% em sete anos

Acidente envolvendo caminhão e moto deixa o motociclista morto na madrugada desta sexta-feira (15), na Marginal Pinheiros, próximo a ponte Eusébio Matoso, sentido Castello Branco, zona oeste de São Paulo (SP)
Acidente com caminhão matou motociclista na Marginal Pinheiros em março (Alex Falcão/Futura Press)
Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo apontam que uma em cada cinco vítimas de acidente de moto na capital paulista havia consumido algum tipo de droga ou álcool antes do acidente: 7,1% consumiram álcool e 14,2% usaram alguma droga ilícita – cocaína e maconha são as mais comuns.
Os dados mostram ainda que entre os 7,1% que consumiram álcool antes de dirigir, apenas 1% estava com a dosagem considerada segura de álcool no sangue: menos de 0,6 g/l. Todos os outros condutores estavam com doses acima de 0,6 g/l – o que é considerado um fator de risco altíssimo para acidentes.
Ao todo, a pesquisa coletou dados de 326 vítimas de acidentes de moto que aconteceram entre fevereiro e maio. Os dados referem-se aos acidentes que aconteceram na Zona Oeste da capital – região que engloba as duas marginais (do Pinheiros e do Tietê), parte do Corredor Norte-Sul, Avenida Rebouças e outras vias de movimento. Sete morreram no hospital e dez no local do acidente. É nessa região que fica o complexo do HC, referência no atendimento às vítimas de acidentes no trânsito.
Esta foi a primeira vez que os pesquisadores coletaram amostras de saliva dos acidentados e as enviaram para análise num laboratório nos Estados Unidos, que avaliou a presença de álcool e de mais de trinta tipos de drogas no organismo. Também foi a primeira vez que a pesquisa realizou uma perícia técnica no local do acidente (referente a 141 vítimas), para analisar a dinâmica do caso.
"É assustadora a quantidade de álcool entre as vítimas. Também chama a atenção o uso de cocaína como agente estimulante. Isso ajuda a explicar a epidemia de acidentes com motos na cidade", diz a fisiatra Júlia Greve, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela pesquisa. "Os condutores confirmavam o uso de álcool ou droga, o que demonstra que eles não veem isso como um fator de risco para acidente."
Sem habilitação – Ainda de acordo com a pesquisa, 44% dos acidentados de moto na cidade sofreram lesões graves e mais de uma fratura e 23% deles não tinham habilitação para dirigir moto. Apesar de 90% dos motociclistas estarem usando capacete, só 17,8% estavam com o trio capacete, jaqueta e bota como itens de segurança. 
Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que a frota de motos na cidade praticamente dobrou nos últimos sete anos: cresceu de 490 754 em 2005 para 962 239 em 2012. No mesmo período, o número de acidentes com motos cresceu 35% e a quantidade de motociclistas mortos aumentou 27%.  
(Com Estadão Conteúdo) 


 
É inconcebível que autoridades e representantes do povo ainda defendam a legalização do uso de drogas, ainda que maconha, quando caminhamos para tolerância zero acerca do álcool, sem contar o prejuízo que o Estado arca com acidentes é altíssimo.

 
O modo de viver cristão não é algo religioso, não. É a forma adequada de se viver bem, respeitando a si mesmo e aos demais.

Um grave problema nos dias de hoje é que os jovens, influenciados pela filosofia materialista de nossos dias e o hedonismo, querem viver a vida como desejam.

A desvalorização do cristianismo e a tentativa de manterem a espiritualidade em um compartimento particular a cada indivíduo, afeta toda a sociedade, em todas as esferas, pois a vida sem a orientação bíblica, divina, que é a única ideal para  o homem, caminha para a destruição espiritual e da sociedade.

O modo vida ditado pelas Sagradas Letras não garante apenas a vida eterna, mas também a vida terrena de qualidade.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

NO "ESTADO DE SÃO PAULO", CRÍTICA À PL QUE BENEFICIA AMANTE

Abaixo um artigo publicado no site CONJUR que trata sobre o PL 674/07 que prevê, dentre outros, o benefício da pensão para amantes, isso mesmo, amante, aquela com quem um homem casado adultera.

É óbvio que do diante de DEUS o adultério é PECADO, pois transgride o propósito daquele que criou o matrimônio, que criou o relacionamento de homem e mulher.
Em Malaquias Deus adverte o povo acerca da infidelidade conjugal, veja:

" Ainda fazeis isto outra vez, cobrindo o altar do SENHOR de lágrimas, com choro e com gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem a aceitará com prazer da vossa mão.
E dizeis: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira, e a mulher da tua aliança.
E não fez ele somente um, ainda que lhe sobrava o espírito? E por que somente um? Ele buscava uma descendência para Deus. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade.
Porque o SENHOR, o Deus de Israel diz que odeia o repúdio, e aquele que encobre a violência com a sua roupa, diz o SENHOR dos Exércitos; portanto guardai-vos em vosso espírito, e não sejais desleais." Ml 2.13-16

"Projeto de lei provoca bigamia e adultério

[Editorial do jornal O Estado de S. Paulo publicado neste domingo (26/12)]

Os projetos de lei que a Câmara e o Senado aprovaram de afogadilho nas últimas semanas, antes do término da atual legislatura, não se limitam a conceder aumentos imorais, promover trens da alegria, aumentar os gastos do Tesouro e agravar a má qualidade do gasto público. Alguns se destacam também por suas implicações éticas, com graves consequências sobre os usos e costumes da sociedade brasileira.

É esse o caso do Projeto de Lei 674/07, que foi aprovado em caráter terminativo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presentes apenas 3 deputados - apesar de 39 terem assinado a lista de presença. O projeto, que segue para o Senado, é de autoria do deputado Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA) e foi apresentado sob a justificativa de "atualizar" e "modernizar" o Código Civil no capítulo do direito de família, abarcando temas como dissolução de laços conjugais, adoção, pagamento de pensão alimentícia e alteração do regime de bens por meio de escritura pública.

Embora o novo Código Civil tenha entrado em vigor há apenas oito anos, substituindo o velho Código concebido por Clóvis Bevilaqua na primeira década do século 20, o parlamentar baiano alega que ele é fruto de um projeto escrito pelo jurista Miguel Reale entre 1968 e 1972, quando eram outras as condições políticas, econômicas, sociais e culturais do País. Como os valores morais do século 21 não são os mesmos dos das décadas finais do século 20, seria necessário atualizar tanto a legislação quanto a jurisprudência dos tribunais, afirma Barradas Carneiro.

Com o objetivo de instituir um "Estatuto das Famílias", ele reuniu num único texto dispositivos jurídicos que já constam da Constituição de 88, do Código Civil de 2002 e até mesmo do Código de Processo Civil de 1973 - que está sendo reformulado pelo Senado.

Além disso, com o apoio do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), Carneiro incorporou ao projeto emendas constitucionais e leis aprovadas há seis meses que mudaram as regras do divórcio, eliminaram a figura jurídica da separação judicial e revogaram o limite de idade máxima para a pessoa se casar sob o regime de comunhão de bens, que hoje é de 70 anos. O deputado também introduziu algumas inovações na regulação das relações matrimoniais e familiares.

O resultado é um monstrengo jurídico. Entre outros absurdos, a pretexto de defender a família, o projeto prevê que "a união formada em desacordo aos impedimentos legais não exclui os deveres de assistência e a partilha de bens". Trocando em miúdos, ele impõe ao marido a obrigação de pagar pensão não apenas para a mulher com quem é legalmente casado, mas, igualmente, para a amante. Esta teria prerrogativas idênticas aos da esposa oficial - inclusive o direito à partilha de bens.

Segundo a vice-presidente do IBDFAM, Maria Berenice Dias, que se apresenta como autora intelectual do projeto do deputado Sérgio Carneiro, o Código Civil seria leniente com o homem que tem mais de uma mulher e beneficiaria somente a esposa, deixando a "outra" ao desamparo. Com o Estatuto das Famílias, "o homem passa a se responsabilizar pelas duas", afirma Dias, depois de esclarecer que a inovação não se aplica a eventuais casos extraconjugais. Para pleitear pagamento de pensão e até herança, a amante teria de provar a "estabilidade da união".

O projeto aprovado a toque de caixa pela CCJ da Câmara, sob o pretexto de aumentar as responsabilidades jurídicas dos maridos em suas relações afetivas, na prática institucionaliza a bigamia e o adultério. Em vez de reforçar os laços matrimoniais e fortalecer a unidade da família, como afirmam seus autores, ele acarreta efeitos diametralmente opostos.

Em resposta às fortes críticas feitas ao projeto por vários setores da sociedade, o IBDFAM distribuiu nota classificando-as como açodadas, moralistas e juridicamente infundadas e afirmando que o direito de família não pode ser tratado com base em preconceitos e tabus. São palavras vazias, diante de um texto juridicamente estapafúrdio e moralmente discutível."

fonte: CONJUR

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OBAMA CAMINHA PARA DESCRIMINALIZAR A MACONHA

É claro que não é só o ministro Carlos Minc, personalidade política, que é a favor da legalização da maconha, talvez ele até inveje Barack Obama pelo poder que este têm para fazer com que a tal legalização seja concretizada o mais rápido possível, mas o certo é que nem aqui nem lá nos EUA isso traria benefícios para a sociedade. Leia abaixo dos vídeos o que pesquisas comprovaram.


No vídeo a seguir o retrato da maconha dos EUA hoje e o caminho rumo à tragédia social:

Neste a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado trata da atitude totalmente vexatória de Carlos Minc, em Abril deste ano, ao participar da Marcha da maconha. O deputado Paes de Lira analisa a atitude do Ministro segundo as leis nacionais e deixa claro que a atitude de Minc é condenável, diante do ponto de vista moral, ético e legal. O deputado fala de forma louvável sobre a relação do mercado consumidor de drogas e a culpa dos usuários nas inúmeras mortes diárias relacionados ao tráfico.


Nos países que descriminalizaram os índices de criminalidade e os danos à sociedade cresceram; seria que seria diferente no Brasil?

A “redução de danos” teve um preço trágico onde foi aplicada. Os programas de R.D. em alguns países europeus, como Holanda, Suíça e Suécia, resultaram num dramático aumento do uso de drogas. Como consequência, a Suécia, por exemplo, para reverter o quadro, adotou uma severa política antidrogas, ao constatar que as leis mais brandas causaram efeito devastador na sociedade. A Holanda é apresentada como modelo internacional de liberalização. Na realidade, a descriminalização de certas drogas, propiciou um aumento do crime e do uso de drogas. (Fonte Brasileiros humanitários em ação )


Ao encontro do noticiado pelo site acima citado vai também o artigo publicado por um pesquisador da FGV em Abril de 2002 no página Ciência Hoje, do portal UOL:

"Número de crimes aumentou em países que adotaram medidas descriminalizantes, mostram estatísticas
A relação entre drogas e criminalidade é indiscutível. Estatísticas mostram que nos países em que foram adotadas medidas descriminalizantes dos entorpecentes o número de crimes aumentou, paralalelamente a problemas como a maior incidência de Aids, caso de Portugal, e o narcoturismo, caso da Holanda. No Brasil, estudos apontam que 80% dos crimes são ligados ao mercado de tóxicos. A descriminalização não é a melhor maneira de combater ambos os males -- crimes e drogas --, pois pode levar o país a um processo de narcotização semelhante ao da Colômbia. " (Fonte: Ciência Hoje )


É patente aos olhos de qualquer pessoa que uso de drogas está relacionado à maioria dos homicídios no Brasil, são mais de 50 mil mortos anualmente, nem todos são motivados por tóxicos é claro, mas é inegável que grande parcela está associada a eles, não deixemos de fora o álcool que por imprudência governamental é comercializado livremente em todo o país, vendido a quem quer que seja e responsável por centenas de óbitos todos os dias.


A cosmovisão cristã tão condenada por muitos, é o que mais se necessita em dias atuais, pois a mesma não é uma visão religiosa ou ideológica que busca aprisionar o ser humano, mas libertá-lo daquilo que lhe é apresentado como liberdade, que na verdade o faz cativo do vício e modelo hedonista hodierno. Olhar o todo sobre os fundamentos estabelecidos por Jesus Cristo e os seus apóstolos é algo humano e visa a dignidade do homem frente aos seus iguais, mas isso se dá quando a mais nobre obra da criação tem em mente que o ser é mais que o ter, que somos humanos e não coisas, que o homem deve ser objeto do amor e não objeto de negócio, que fomos criados à semelhança de um Deus que manifesta seu amor em atitudes e não em discursos vãos que anestesiam mentes até que o objetivo dos eloquentes dementes sejam efetivados.
Quando cada homem tiver em mente que está impresso em nós uma moralidade quem vem daquele que nos criou,e para isso atentar e ser levado a Ele, poderemos ser melhores, poderemos ser mais humanos e menos animais.

"Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos..." (At 17.28a)

sábado, 8 de agosto de 2009

"O ATIVISMO PRÓ-HOMOSSEXUAL ESTÁ DIRETAMENTE LIGADO AO NAZISMO."


A afirmação acima é da psicóloga cristã que foi proibida de atender homossexuais que desejam abandonar a prática, essas pessoas estão impedidas de procurarem ajuda profissional para deixarem o que as têm incomodado, isso por uma decisão do Conselho Federal de Psicologia. Um homossexual que quer deixar a prática não pode fazê-lo com acompanhamento de um profissional porque o Conselho Federal de Psicologia assim determinou.
O movimento Gay apregoa libertadade cerciando a liberdade do outro, então não merece nem o nome de movimento, mas ideal seria ditadura gay, pois impõe proibições aos próprios gays insatisfeitos com o estado homossexual.
Abaixo a reportagem da revista Veja em entrevista à psicóloga:

"A psicóloga repreendida pelo conselho federal por anunciar que muda a orientação sexual de gays diz que ela é quem está sendo discriminada

Juliana Linhares - Veja.com

"Preciso continuar a atender as pessoas que voluntariamente desejamdeixar a atração pelo mesmo sexo" - Rozângela

Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento". Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões.


A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico? O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.

O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais? É não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.

Há estudos que mostram que ser gay não é escolha, é uma questão constitutiva da sexualidade. A senhora acha mesmo possível mudar essa condição?
Cada um faz a mudança que deseja na sua vida. Não sou eu a responsável pela mudança. Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Conheço gente que também perdeu a atração homossexual. Essa atração foi se minimizando ao longo dos anos. Essas pessoas deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios também. A motivação é o principal fator para mudar o que quiser na vida.

A senhora é heterossexual? Sou.

Pela sua lógica, seria razoável dizer que, se a senhora quisesse virar homossexual, poderia fazê-lo. Eu não tenho essa vivência. O que eu observei ao longo destes vinte anos de trabalho foram pessoas que estavam motivadas a deixar a homossexualidade e deixaram. Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado. Mas, sem dúvida, quem conta com um profissional da área de psicologia tem um conforto maior. Eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida. As pessoas se sentem muito aliviadas.

Esse alívio não seria maior se a senhora as ajudasse a aceitar sua condição sexual? Esse discurso está por aí, mas não faz parte do grupo de pessoas que eu atendo. Normalmente, elas vêm com um pedido de mudança de vida.

Se um homem entrar no seu consultório e disser que sabe que é gay, sente desejo por outros homens, só precisa de ajuda para assumir perante a família e os amigos, a senhora vai ajudá-lo? Ele não vai me procurar. Eu escolho os pacientes que vou atender de acordo com minhas possibilidades. Então, um caso como esse, eu encaminharia a outros colegas.

Não é cruel achar que os gays têm alguma coisa errada?O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo.

Por que a senhora acha que o Conselho Federal de Psicologia está errado e a senhora está certa? Há no conselho muitos homossexuais, e eles estão deliberando em causa própria. O conselho não é do agrado de todos os profissionais. Amanhã ele muda. Eu mesma posso me candidatar e ser presidente do Conselho de Psicologia. Além disso, esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.

Gays existem desde que o mundo é mundo. Aparecem em todas as civilizações. Isso não indica que é um comportamento inerente a uma parcela da humanidade e não deve ser objeto de preconceito? Olha, eu também estou sendo discriminada. Estou sofrendo preconceito. Será que não precisaria haver mais aceitação da minha pessoa? Há discriminação contra todos. Em 2002, fiz uma pesquisa para verificar as violências que as pessoas costumam sofrer, e o segundo maior número de respostas foi para discriminação e preconceito. As pessoas são discriminadas porque têm cabelo pixaim, porque são negras, porque são gordas. Você nunca foi discriminada?

Não como os gays são. Não? Nunca ninguém a chamou de nariguda? De dentuça? De magrela? O que quero dizer é que as pessoas que estão homossexuais sofrem discriminação como todas as outras. Eu tenho trabalhado pelos que estão homossexuais. Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.

Isso não é discriminação contra os que são homossexuais e gostam de ser assim?Isso é o que você está dizendo, não é o que a ciência diz. Não há tratados científicos que digam que eles existem. Eu não rotulo as pessoas, não chamo ninguém de neurótico, de esquizofrênico. Digo que estão esquizofrênicos, que estão depressivos. A homossexualidade é algo que pode passar. Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay.

Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual?
Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números. Eu vou fazer isso a partir de agora. Vou procurar a academia novamente. Vou fazer mestrado e doutorado. Até hoje, eu só me preocupei em acolher pessoas.

O que a senhora faria se tivesse um filho gay? Eu não teria um filho homossexual. Eu teria um filho. Eu iria escutá-lo e tentaria entender o que aconteceu com ele. Os pais devem orientar os filhos segundo seus conceitos. É um direito dos pais. Olha, eu quero dizer que geralmente as pessoas que vivenciam a homossexualidade gostam muito de mim. E também quero dizer que não sou só eu que defendo essa tese. Apenas estou sendo protagonista neste momento da história.

A senhora se considera uma visionária? Não. Eu sou uma pessoa comum, talvez a mais simplesinha. Não tenho nenhum desejo de ficar famosa. Nunca almejei ir para a mídia, ser artista, ser fotografada.

A senhora já declarou que a maior parte dos homossexuais é assim porque foi abusada na infância. Em que a senhora se baseou?É fato que a maioria dos meus pacientes que vivenciam a homossexualidade foi abusada, sim. Enquanto nós conversamos aqui, milhares de crianças são abusadas sexualmente. Os estudos mostram que os abusos, especialmente entre os meninos, são muito comuns. Aquelas brincadeiras entre meninos também podem ser consideradas abusos. O que vemos é que o sadomasoquismo começa aí, porque o menino acaba se acostumando àquelas dores. O homossexualismo também.

A senhora é evangélica. Sua religião não entra em atrito com sua profissão? Não. Sou evangélica desde 1983. Nos anos 70, aconteceu algo muito estranho na minha vida. Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.

O espírito cristão não requer que os discriminados sejam tratados com maior compreensão ainda? Se eu não amasse as pessoas que estão homossexuais, jamais trabalharia com elas. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.

Por que a senhora se disfarça para ser fotografada? Um dos motivos é que eu não quero entrar no meu prédio e ter o porteiro e os vizinhos achando que eu tenho algum problema ligado à sexualidade. Além disso, quero ser discreta para proteger a privacidade dos meus pacientes. Por fim, há ativistas que têm muita raiva de mim. Eu recebo vários xingamentos; eles me chamam de velha, feia, demente, idiota. Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualimo. Eu estou correndo risco.
Que poder exatamente a senhora atribui a esses ativistas pró-homossexualismo? O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.

Não há certo exagero em comparar a militância homossexual ao nazismo?
Bom, se você acha que isso pode me prejudicar, então tire da entrevista. Mas é a realidade."

quinta-feira, 25 de junho de 2009

STJ ABSOLVE ACUSADOS DE EXPLOERAÇÃO SEXUAL DE MENORES.



"Na análise de um caso concreto ocorrido no Mato Grosso do Sul, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter decisão do Tribunal de Justiça daquele estado (TJMS) e rejeitou acusação de exploração sexual de menores contra dois clientes que contrataram em caráter ocasional serviços de prostitutas adolescentes. Os réus foram condenados apenas por terem fotografado as menores nuas em poses pornográficas. Eles tinham contratado serviços sexuais de três garotas de programa adolescentes em um ponto de ônibus. Elas foram levadas a um motel. Como pagamento, duas delas receberam R$ 80, cada e a terceira recebeu R$ 60. Ao absolver os réus do crime de exploração sexual de menores, o TJMS tinha levado em conta o fato de que as adolescentes já eram "prostitutas reconhecidas". A Quinta Turma do STJ confirmou o entendimento ao apontar que o crime de submeter criança ou adolescente à prostituição não abrange a figura do cliente ocasional. A relação deste não deve, segundo a tese jurídica, ser enquadrada como exploração sexual." Fonte : Jornal dia-a-dia - MS
Em outro veículo de informação:
"Para especialistas em Direito da Criança e do Adolescente, a decisão é perigosa.
- É uma aberração, uma interpretação equivocada e absurda do Estatuto da Criança e do Adolescente. O estatuto é claro ao afirmar que a exploração de menores é crime permanente.
Não importa quem iniciou o processo, mas todos que se utilizam ou participam do esquema têm de ser punidos - afirma Ariel de Castro Alves, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Para a procuradora Ariadne Cantú Silva, que foi promotora do processo, os tribunais desconsideraram o que as duas menores já tinham sofrido: - As meninas não tinham qualquer domínio de sua liberdade sexual. Não era uma opção.
Elas entraram na prostituição por viverem em situação de risco. A decisão levou em conta apenas um Código Penal ultrapassado.
O juiz estadual absolveu os réus porque, de acordo com ele, "as prostitutas esperam o cliente na rua e já não são mais pessoas que gozam de uma boa imagem perante a sociedade". O magistrado afirmou ainda que a "prostituição é uma profissão tão antiga que é considerada no meio social apenas um desregramento moral, jamais uma ilegalidade penal". O STJ manteve a posição e condenou os acusados apenas por portar material pornográfico. Eles fizeram fotos das meninas nuas. "
PFDC
Não bastasse a banalização do sexo por parte da sociedade que já o considera como algo trivial, como mero instrumento de satisfação pessoal momentânea que não carece de compromisso entre as partes, nem afeto e pior ainda, que colocou o sexo como prática mercadológica para ser comercializado por quem quer que seja, em qualquer lugar, desvirtuando-o do propósito divino que seria o seu desfrutar dentro do casamento, por pessoas que se amam e têm um compromisso com Deus e diante da sociedade, ainda vemos o judiciário do Brasil tomando decisão que favoreça o exercício da exploração sexual adulta e, assustadoramente,também infantil.
A afirmação que "o TJMS tinha levado em conta o fato de que as adolescentes já eram prostitutas reconhecidas " mostra que o judiciário não estaria interessado em resolver o problema da prostituição infantil que é nítida naquele lugar, pois segundo informa-nos o noticiário já eram prostitutas reconhecidas, mas reforçar através de sua decisão o exercício do comércio sexual, uma vez que os clientes poderão usar da desculpa oferecida pelo TJMS para se safarem da acusação de exploração, é ridículo, não só isso, os pedófilos também terão uma "justificativa" para seus atos de crueldade, poderão alegar que o menor já vivenciava tal prática, mesmo não sendo verdade. Sejam conhecidas ou não nos meios da prostituição essas crianças devem ser cuidadas e tiradas dessa vida, se já é de conhecimento comum naquele local o exercício da prostituição por parte de adolescentes, o que impede as autoridades de agir ? O que os impedem punir os responsáveis pela sustentação do esquema, pois como disse o especialista "não importa quem iniciou o processo, mas todos que se utilizam ou participam do esquema têm de ser punidos", sendo assim o Estado também deveria ser punido pois é responsável pela sustentação da prostituição quando se omite ou quando toma atitudes como essa.
De fato o desvio moral da humanidade agrava-se mais e mais, isso se deve ao distanciamento dos padrões estabelecidos por Deus para o relacionamento do homem para com o Criador e para com o próximo; as orientações bíblicas de se amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo se observadas nos livrariam dessas mazelas sociais com implicações não só terrenas mas também eternas. O desvio moral não se encontra tão somente naqueles que fazem do sexo uma prática comercial e banal, mas também naqueles que receberam autoridade para legislar com coerência equilíbrio, para atingirem o objetivo final do Estado Democrático de Direito: o bem comum.
Não devemos nos acostumar com o relativismo instalado em nossos dias, que em detrimento da moralidade e dos padrões necessários para a sociedade toma atitudes alicerçadas no hedonismo.
Há esperança, em Deus, nos padrões estabelecidos por Ele, mas o motivo de tanta desordem é o distanciamento do homem de Seu Senhor.
"Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." (Rm 1.25,25)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

NOTA DE REPÚDIO EM FACE DAS DECLARAÇÕES DO MINISTRO CARLOS MINC





A União de Blogueiros Evangélicos, neste ato representada pelos associados abaixo assinados, vem, mui respeitosamente, repudiar publicamente a atitude do Excelentíssimo Ministro do Meio Ambiente, sr. Carlos Minc, que, no dia 18 de maio de 2009, durante discurso no Palácio Guanabara, afirmou o seguinte: “Tem alguns momentos em que a Igreja erra feio. Um deles é a questão da camisinha. Se a gente fosse atrás da Igreja, quantas pessoas não estariam doentes? Outra questão é a da homofobia. Como é que uma religião pode dizer que é fraterna e solidária com todos se pressiona os parlamentares a não aprovarem a lei que criminaliza a homofobia?”; e ainda completou: “Quem se opõe à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia é corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários”. Como que fornecendo o corolário para a discussão do problema, conforme as agências noticiosas, o ministro também forneceu o emblemático número de três mil crimes por homofobia, nos últimos dez anos no Brasil.


Sobre o desastroso pronunciamento do sr. Ministro, a UBE entende:

1) Que o Ministro pode e deve se manifestar no exercício democrático do seu juízo. Inclusive, discordando da posição da Igreja e dos cristãos de uma forma geral; afinal, a livre manifestação do pensamento é garantia assegurada pela Carta Magna em seu art. 5º, inciso IV. Garantia essa que, ironicamente, o PLC 122/2006 pretende acabar a pretexto da tipificação criminal da homofobia..

2) Que o Governo Federal, representado naquele ato pelo então Ministro, enquanto Poder Executivo do Estado brasileiro, deve zelar para que todos os cidadãos tenham seus direitos resguardados em consonância com os dispositivos legais vigentes, de maneira isonômica e justa, independente de sua cor, raça, sexo, opção sexual e religião, conforme estabelece o artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual estabelece que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes”.

3) Que o sr. Ministro acabou por atacar frontalmente todas as igrejas e entidades religiosas que se opõem a tais projetos legislativos, responsabilizando-as levianamente por aquilo que ele denomina de “multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários”. Entidades essas que, inclusive, estão inseridos os milhares de blogueiros evangélicos que assinam virtualmente a presente nota de repúdio;

4) Que, da maneira infeliz e irresponsável como foi feito, o pronunciamento evoca uma separação de grupos sociais, de modo a suscitar uma luta de classes entre aqueles que são contrários e aqueles que são favoráveis aos projetos de lei de criminalização da homofobia. Luta esta inexistente, uma vez que nenhuma igreja aqui representada assassinou, instigou ou colaborou para que gays, lésbicas e simpatizantes sofressem qualquer tipo de violência; muito menos incita ou incitou ódio contra os homossexuais.

5) Que o simples fato de apoiar ou não apoiar determinado projeto legislativo não significa necessariamente incentivo a um certo comportamento social; principalmente quando esse comportamento é maléfico para a sociedade. Com efeito, ser contrário à aprovação dos projetos que criminalizam a homofobia não é o mesmo que incitar o ódio ou a violência contra os homossexuais. Absolutamente. Afinal, se essa for a lógica padrão, concluiríamos também que o sr. Ministro é incentivador do uso de drogas, notadamente da maconha, isso porque, recentemente, ele mesmo participou de ato público onde pedia – aos gritos – a descriminalização do uso da maconha. Portanto, se essa idéia estiver correta, o sr. Carlos Minc é também “corresponsável pela multiplicação dos crimes que nada têm de fraternos e solidários” originados a partir do uso da maconha (furtos, roubos, homicídios, violência, etc.), bem como corresponsável pela destruição de milhares de famílias brasileiras que possuem dentro de casa viciados nesse tipo de droga.

6) Que as igrejas aqui representadas se resguardam o direito ao exercício do mesmo juízo resguardado ao nobre ministro e discordam igualmente de suas palavras e do apoio a tais projetos. Desta forma, as igrejas e seus membros podem discordar de quaisquer opiniões que julguem contrárias à sua fé e crença, inclusive, entre si, e o fazem de maneira ordeira e responsável. Não lembramos de qualquer enfrentamento religioso, apesar das divergências pontuais entre as correntes evangélicas brasileiras, o que é sadio;

7) Que, diante da afirmação de que nos últimos dez anos houveram no Brasil três mil crimes por homofobia, se faz necessária a seguinte pergunta: Por que o ministro, ou seu correspondente na pasta da Justiça, não disponibiliza as investigações das 3000 mortes? Porque muitos destes crimes foram sequer investigados! Entendemos que o emblemático número é fruto de mistificação grosseira e sintetiza a omissão e inabilidade do próprio Governo frente à crescente criminalidade de nossos dias. Senão leiamos um trecho de reportagem do Jornal do Commercio, do dia 15 de abril deste ano sobre o mesmo assunto. Na ocasião o jornal divulgava estatísticas semelhantes (grifos nossos):
Os gays são mais “frequentemente assassinados dentro da própria casa”, geralmente a facadas ou estrangulados. Já os travestis são executados na rua a tiros. O perfil dos criminosos é descrito assim pelo relatório: “80% são desconhecidos, predominando garotos de programa, vigilantes noturnos, 65% menores de 21 anos”.
Os gays são assassinados dentro de casa por 80% de desconhecidos!? Não lhes parece estranho? Veja como a contradição fica mais aparente quando se acrescenta predominando garotos de programa? Ou seja, na maioria das vezes, o gay chama um garoto de programa para sua própria casa, assumindo os riscos inerentes a esta atitude, e por alguma razão, os dois se desentendem e o gay é assassinado! Isso não é homofobia desde o início, porque, a priori, quem aceita um programa com um gay é porque gosta de sexo com ele.
Apesar das mortes, que devem ser sempre lamentadas, as ONGs dos movimentos engajados desejam um tratamento específico ao problema. O que querem? Um policial para cada casa, para poderem fazer sexo em segurança com um desconhecido!? Observemos, por oportuno, que a questão colocada em foco não é a violência como drama brasileiro, mas a que atinge especificamente a homofobia. Uma classe especial de apuração somente para os gays. Como se as demais mortes de brasileiros fossem menos importantes. Outrossim, o que dizer dos gays que morrem disputando parceiros? Ou isto não acontece? Ou os que se envolvem em brigas que não tem nada a ver com sua opção sexual e em decorrência delas são assassinados? Dos que se arriscam nos programas noturnos? Enfim, em que circunstâncias foram mortas cada uma destas pessoas? A alquimia esconde, por exemplo, os praticantes do bareback!

8)Que tais projetos criam uma classe especial de privilegiados. Que de posse dos direitos especiais providos pelos projetos irão argüir as opiniões contrárias, de maneira agressiva e violenta, como já ocorre nos EUA. Decerto, a prevalecer a maneira tendenciosa como o Governo Federal cria políticas segregacionistas, um dia o Brasil vai ter uma Delegacia para apurar crimes contra os gays (aliás, já tem, só que com mais ênfase tem em vista os projetos em trâmite), outra contra os negros, os pardos, os amarelos, os narigudos, os baixinhos, os carecas, os gordos, os babalorixás, os que usam colete; enfim, contra cada categoria que reclame para si uma apuração diferenciada. Quando todos, repetimos, todos, os crimes deveriam ser apurados indistintamente, e nuances como sexo, religião, raça e opção sexual fossem contornos do fato. Exceto, nos casos em que há ligação explícita, como, por exemplo, os crimes praticados por neonazistas;

9) Que o Governo Federal desde há algum tempo luta por reparações históricas. O que seria muito bom, se tais reparações não segregassem os brasileiros em castas. A segregação impõe uma classe. Tal imposição se configura racista, quando aloca privilégios. Repudiamos tal articulação, pois historicamente perseguidas pela Igreja Católica, por exemplo, as evangélicas, nunca ousaram reivindicar reparação alguma;

10) Que a fala do excelentíssimo ministro Carlos Minc tenta mantê-lo em foco, desviando-o dos verdadeiros problemas de sua pasta, quais sejam, em resumo:

a) Desmatamento recorde. Provavelmente ao término deste texto o tamanho de uma quadra de futebol de árvores foi abaixo, em nome da ilegalidade e da exploração desordenada;

b) Poluição desmedida de nossos rios e costas. As matas ciliares estão em franco desaparecimento e os rios brasileiros agonizam;

c) Crescimento desordenado de nossas cidades, com déficit sensível de saneamento básico;

d) Impunidade nos delitos contra a natureza;

e) Ausência de políticas de longo prazo para o meio ambiente, tais como implantação da sustentabilidade plena em áreas de preservação ambiental.


Em suma, diante do fiasco à frente do Ministério do Meio Ambiente, o excelentíssimo senhor Carlos Minc procura desesperadamente por visibilidade advogando causas estranhas à sua pasta. Como militância na marcha da maconha e portavoz de evento gay.
Faça sua parte

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O CRISTÃO E O MUNDO.

Hoje foi ao ar a primeira edição do programa de debates "O Cristão e o Mundo", com o propósito de se debater temas atuais à luz da cosmovisão cristã, pela rádio Web CPAD. O condutor do debate foi o Pastor Geremias do Couto, como debatedores o Pastor César Moisés, Silas Daniel e Alexandre Coelho.
O tema abordado na primeira parte da primeira edição do programa foi o crescimento numérico da igreja no Brasil, crescimento vertiginoso mas que não tem implicado em qualidade, em transformação na sociedade. Onde está o problema? O crescimento tem sido real ou apenas um inchaço passageiro?

Algumas considerações dos participantes:

Pr. Geremias do Couto, " A mensagem da igreja precisa ser centralizada na cruz"

Pr. Silas Daniel, "O crescimento qualitativo não tem acompanhado o crescimento qualitativo"
" Um dos problemas é o evangelho que se prega hoje nas igrejas, há muitos convertidos sem uma solidificação doutrinária"

Pr. César Moisés, " A igreja foi mais influente quando havia menor número de cristãos, os cristãos eram sérios quanto à sua conduta cristã."
" Tem acontecido mais adesões ao Evangelho que conversões"
" Se minha visão é apenas terrena eu vou trabalhar para ficar aqui, se minha visão é do céu eu vou trabalhar sabendo que há uma vida além da terrena"

Pr. Alexandre Coelho, " Muitos cristãos que deveriam fazer a diferença se deixam modelar pela conduta mundana"

Ótimo programa, se você pode acompanhá-lo faça-o, certamente Deus irá abençoa-lo.
Está aí um bom compromisso para termos toda terça e quinta de 13:00 - 14:00.

Abraço.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

AS APARÊNCIAS PODEM ENGANAR.

Não é recente a questão de o que homem tenta passar a outros uma imagem que transmita a melhor impressão possível ainda que não seja como ele as aparências demonstram, o apóstolo Paulo falou algo sobre o assunto em Romanos 2.25-29, falava ele sobre o verdadeiro Judeu e o que o caracterizava, não eram mais os sinas externos que qualificavam alguém como justo mas, sim, o interior, o coração.
Deus deu a Abraão a ordenança de marcar a carne do homem, macho israelita, com a circuncisão, sendo ela uma marca não só humana mas também proveniente de Deus e que agradava à vontade de Deus, naquele rito judaico estava uma marca externa porém, não se constituía Judeu aquele que fosse submetido somente à circuncisão, havia outras ordenanças para que o povo de Deus fosse verdadeiramente dEle, mandamentos que muitos ignoravam preocupando-se excessivamente com o externo e descuidando-se do homem interior.
Quando Paulo escreveu a carta à igreja em Roma já não era mais o judaísmo que separava o povo de Deus daqueles que não pertenciam ao Criador, agora havia outra marca que diferenciava essas duas categorias de povos, a marca não estava mais ligada à carne e sim ao interior do homem, ao coração, e é isso que o apóstolo ensinava de forma tão sábia e própria, Cristo veio para remover aquilo que era posto pelos homens, a lei não absolvia o homem do pecado mas, sim, o tornava pecador pois a mais nobre criação de Deus não agia mais para Deus antes, para não ser condenado pelo que a lei determinava.
Em nossos tempos vemos muitos cristãos aparentemente fiéis, trajam roupas que transmitem “santidade”, como se fosse possível, falam de forma espantosa com um linguajar “evangeliquês” que impressiona pelo “fogo”, pelos “mistérios”.
Jesus observou atitudes semelhantes em seus dias (Mt 23.3), tanto que disse aos homens que poderiam fazer o que os doutores da lei diziam mas, não deveriam fazer o que eles faziam, eram hipócritas, mentirosos, ostentavam uma imagem que não lhes era verdadeira, suas atitudes eram apenas para serem bem aceitos entre os homens, Jesus veio para mudar isso, o Mestre veio mostrar ao homem que a vida cristã, a adoração e toda nossa conduta devem estar além das aparências e de lugares físicos, ao ser questionado por uma mulher Jesus lhe disse que deveria adorar a Deus em Espírito e em verdade e não cumprindo simplesmente um costume humano: "Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem." (João 4 : 23).
Embora o cristão deva manter uma aparência agradável, descente e não sensual, isso não qualifica qualquer ser humano de aparência piedosa como filho de Deus, infelizmente o que mais ameaça as igrejas evangélicas são pessoas que estão no meio dos evangélicos, pessoas que não demontram frutos de arrependimento (Mt 3.8), homens e mulheres bem vestidos mas encharcados de engodo, mentira, contendas e desamor, aqueles que procedem sem amor, apenas enganam a si mesmo, não são parte daqueles que desfrutarão o gozo eterno, o Senhor nos adverte que, se não amamos o irmão a quem vemos não podemos amar a Deus que não vemos ( 1 Jo 4.20; 2.10; 3.10 ).
Jesus foi bem claro em Mt 21.19 ao amaldiçoar a figueira, ela não continha frutos, somente aparência, Jesus olha por detrás das folhas, por detrás daquilo que o homem apresenta, como já escrevi em outra postagem uma particularidade da figueira era nascerem os frutos antes da folhagem então, obrigatoriamente aquela figueira deveria ter frutos.
Não se impressione por ver pessoas que sustentam uma bela imagem, uma fala envolvente, uma vida "espiritual" demonstrada através de algumas manifestações durante reuniões, não adimire ninguém por isso, vá além, olhe os frutos, a Palavra de Deus diz que olhando nós para o Mestre não veríamos nele boa aparência para que o desejássemos ( Is 53.2) porém, ele era o Rei dos Reis, não houve ninguém que mostrou mais frutos que Ele, mais obediência, mais humildade, Ele é nosso exemplo, é nosso modelo perfeito.
Sejamos cheio do Espírito Santo e desfrutemos de seus dons pois são também para nossos dias (At 2.39), mas lembremos de que devemos ir além do momento do culto, nosso viver cristão não consiste nas poucas horas durante a semana que passamos na igreja, devemos frutificar diante dos olhos do mundo para que Cristo seja em nós glorificado.


Em Cristo,


João Paulo

UMA PASTORA NO MINISTÉRIO DA MULHER, FAMÍLIA E DIREITOS HUMANOS.

No vídeo abaixo, a nova Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos concede entrevista ao canal CPAD. Dentre outras coisas, Damares fal...