"A ira de Deus não se revela irremediavelmente sobre os homens que estão sob seu julgamento, pois eles podem reconhecer e amar seu Juiz, 'Para que não tenham desculpas' quando não vêem e não ouvem, pois acontece com olhos que podem ver e ouvidos que podem ouvir. Indesculpável é sua impiedade porquanto as obras de Deus, 'sensatamente contempladas", falam do seu Poder Eterno e protestam, de antemão, contra a submissão ao conhecido NÃO DEUS, ao qual o Deus verdadeiro é equiparado pelas forças espirituais, materiais e ouras deste mundo." (Carta aos Romanos. Novo Século, p. 55)
terça-feira, 31 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
A EXCELÊNCIA DO EPISCOPADO
Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo, o já experimentado apóstolo, instruindo o jovem pastor afirma-lhe, antes de apresentar os requisitos para escolha de um bispo, que servir a Deus através do episcopado é algo excelente:
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja." 1 Tm 3.1
Para esclarecer a expressão traduzida como episcopado, vejamos:
"De acordo com o Novo Testamento, os termos 'bispo', 'pastor', e 'presbítero' são sinônimos. A palavra bispo significa 'supervisor', e os presbíteros têm a responsabilidade de supervisionar o trabalho da igreja (At 20:17, 28; 1 Pe 5:1-3). 'Presbítero' é a tradução do termo grego presbutes, que significa 'um ancião'. Paulo usa o termo presbítero em 1 Tm 4:14, referindo-se não a uma denominação, mas ao conjunto de presbíteros da assembleia que ordenaram Timóteo." (WIERSBE, v. 6, 2014)
Portanto, exercer o episcopado é equivalente, nos dias de hoje, a pastorear, a supervisionar, a administrar religiosa e administrativamente uma congregação.
Interessa aqui pensar sobre o que Paulo disse a cerca do ser pastor [bispo] ao jovem Timóteo. O apóstolo dos gentios diz que é coisa excelente, ou, mais precisamente, é obra excelente. Mas já no versículo 2 Paulo inicia o trecho com a expressão: "É necessário, portanto...". Em seguida é exposta uma lista de requisitos para aqueles que desejam ser pastores.
Segundo Shedd em nota de rodapé da Bíblia de Estudo que leva seu nome: "N. Hom. 3.2-7 As qualificações do pastor: 1) Morais: irrepreensível, com autocontrole. 2) Mentais: sábio, apto para ensinar. 3) Pessoais: hospitaleiro, experimentado." (p. 1689)
A figura do pastor nos dias de hoje já não é como há anos atrás. Em tempos remotos ser pastor era sinônimo, na maioria dos casos, de retidão, piedade, seriedade etc. Infelizmente, parece que o título ocupou em nossos dias um lugar de "destaque" no meio dos cristãos e já não reflete mais o supervisor, o superintendente, o dirigente religioso e administrativo descrito pelas Escrituras, o qual com piedade servia de modelo à congregação. Mais grave ainda, muitos são constituídos pastores sem preencher os requisitos bíblicos, são assim, numa afirmação mais ousada, pastores deficientes, dos quais pode-se esperar dificuldades no exercício da obra para a qual não são, biblicamente, capazes.
Entretanto, relembremos que almejar o episcopado, segundo Paulo, é algo excelente, não por poder desfrutar de privilégios que alguém possa pensar receber por causa do título, mas porque é honroso servir ao Senhor e à igreja. Ser obreiro na ceara do mestre deve ser motivo de alegria, pois deve ser um caminho de proximidade com o exemplo do Servo Sofredor, o qual veio para servir, e não ser servido.
Aos que almejam o ministério pelo que a Bíblia diz que ele o é, e vejamos que pode ser caminho espinhoso, apertado, delicado, sacrificial, algo muito bom desejam.
Dê o Senhor à sua igreja mais obreiros, pois grande é a ceara.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
O QUE É SANTIDADE?
Brevemente a fim de despertar, ou na mente dos que já atentaram para o tema adequadamente somente prosseguir, fica aqui uma pequena reflexão sobre o tema santidade.
Em 1 Pe 1.16, o apóstolo menciona um trecho
da fala do próprio Deus, não de Moisés, proferida em Lv 11.44: “Sede santos, porque eu sou santo.” Esta convocação divina foi
dirigida não somente a Israel, mas também aos cristãos, daí a liberdade de
Pedro chamar seus ouvintes à santidade (1 Pe 1. 13-15).
Em Levítico, livro mencionado por
Pedro, há uma parte identificada por alguns como “Código de Santidade”, que
são os capítulos 17-27. Nesta porção, Israel é chamado a adotar a santidade
como um estilo diário de vida, não como a observação cega de regras. É possível
observar no “Código de Santidade” disciplina para a vida santa: a) na
alimentação correta (capítulo 17); b) na pureza sexual (18-20); c) na pureza
sacerdotal (21-22); d) nas festas sagradas; e) no lugar santo e o nome santo;
nos anos sabáticos e no jubileu (25); f) nos dois caminhos (26) e, g) nos votos
religiosos (27).
Em Lv 19, “A santidade envolve o relacionamento com os pais (v. 3), as crianças
(v. 29), Deus (vv. 4-8,26-28,30,31), os pobres e estrangeiros (vv. 9,10,15,33,34),
as mulheres (vv. 20-22), o próximo e a parentela (vv. 11-18,35,36), os mais
velhos (v. 32), os animais (v. 19), a terra (vv. 19,23-25) e os deficientes (v.
14).” (HAMILTON, Victor. P, Manual do
Pentateuco, CPAD, p.333).
Santidade não é tão só orar constantemente, jejuar ou manifestar os dons espirituais que são mais "cobiçados" por alguns crentes. Santidade é algo necessário, mas difícil de ser perseguido, é a firme resolução de ser cristão em todos os atos da vida, em todas as relações humanas quer na igreja ou fora dela, seja no aspecto familiar, profissional ou eclesiástico. Santidade é um modo de vida, e isto engloba tudo, tudo, tudo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
UMA ÉTICA ACIMA DE QUALQUER PESSOA - PR. GEREMIAS DO COUTO
Uma ótima exposição da ética cristã contida no Sermão do Monte pelo Pastor Geremias do Couto
sábado, 16 de janeiro de 2016
UM NOVO MANDAMENTO ACERCA DO AMOR
Em certa ocasião Jesus teceu um comentário elogioso a um religioso que indagava o que deveria fazer para herdar a vida eterna. Jesus, sem dar respostas diretas como fazia muitas vezes, estimula o doutor da lei [religiosa] a responder e este respondeu bem:
"E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás."
Contudo, embora seja essa a síntese no Antigo Testamento, pois o amarás o próximo como a si mesmo também já constava em Lv 19.18, Jesus optou por dar aos homens um novo mandamento.
No que diz respeito ao amar a Deus sobre todas as coisas, com certeza prevalece, mas o "amar o próximo como a si mesmo", este sofreu alteração, e isso pelo próprio Jesus. Lembra-se? Os textos estão em Jo 13.34 e 15.12.
13. 34: "Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros."
15.12: "O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei."
A mudança é brutal, pois agora o parâmetro para amar ao próximo não é mais o que professa a Deus e como ama a si mesmo, mas o padrão é o amor de Cristo. Se observado este mandamento, quantos problemas evitaríamos em nosso meio, todos? Talvez grande parte deles... quase todos.
Nunca é demais relembrar que quem odeia o irmão e diz amar a Deus é mentiroso (1 Jo 4.20), para João, é impossível amar a Deus e odiar o próximo. Mais grave ainda, é considerar o versículo 8 do mesmo capítulo, pois João afirma que quem não ama não conhece a Deus. Simples assim, quem não ama não procede de Deus (v. 7), não nasceu dEle.
Ir aos cultos, cumprir um conjunto de regras, observar "pode" e "não pode" não atesta que ninguém é cristão, ou salvo, ou filho de Deus. São os frutos que atestam quem somos.
O mundo precisa ouvir o Evangelho e crer em Cristo, correto? Mas não basta somente pregar, falar, gravar DVDs com mensagens etc., o mundo precisa VER, sim, VER que amamos uns aos outros. O próprio Jesus o disse, confira:
"Nisto conhecerão que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros." (Jo 13.35)
Mais à frente, orando por nós, clamou o Messias: "... a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste." (Jo 17.21)
Queremos que o mundo creia mais, amemos não só de palavra, mas em verdade.
Por fim, a caridade não pode ser, não é e nunca será o meio para salvação; a salvação é pela graça (Ef 2.8), dada por Deus, oferecida ao homem que deve acenar positivamente para o chamamento divino, sendo justificado e santificado, exigindo-se, daí em diante, que tal encontro com o Eterno seja demonstrado em obras, na prática, no dia a dia.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
DIA NACIONAL DA PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
Eis uma das novas leis brasileiras. No dia 31 de Outubro é popularmente comemorado o dia das bruxas, mas também o aniversário da Reforma Protestante.
A data da lei abaixo foi fixada justamente no dia da Reforma, algo interessante. Destaco, porém, o art. 2º que veda a "discriminação de credo dentro de igrejas cristãs". Porque esta redação? Seria por estar o catolicismo também dentro, claro, das religiões cristãs, mas justamente nesse dia, 31 de Outubro, as igrejas fruto da Reforma relembrarem a libertação da ICAR e também trazem à memória as barbaridades que eram cometidas em nome de Deus?
Mas as reflexões no dia da Reforma vão além, agora questionamos as próprias igrejas ditas evangélicas, pois se no Sec. XVI combatia-se a venda de indulgências, hoje a coisa não é muito diferente, só que no meio dito evangélico.
Por outro lado, apesar de o Estado ser laico, isso não impede a sanção de leis como a 13.246, e não há que se falar em ferimento à laicidade, pois outros seguimentos religiosos também são contemplados e tal ação estatal em nada o torna confessional ou algo próximo a isso.
Na mesma data, foi sancionada a lei 13.248 que institui o dia do Tambor de Crioula, "manifestação cultural" ligada ao catolicismo e religiões afro (veja aqui). Importante fazer o destaque desta lei antes que alguém venha correndo apontar contra os cristãos.
Presidência da República
Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos |
Institui o dia 31 de outubro como Dia Nacional da
Proclamação do Evangelho e dá outras providências.
|
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu
sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o Fica instituído o dia 31 de
outubro de cada ano como Dia Nacional da Proclamação do Evangelho.
Art. 2o
No dia 31 de outubro dar-se-á ampla divulgação à proclamação do Evangelho, sem
qualquer discriminação de credo dentre igrejas cristãs.
Brasília, 12 de janeiro de 2016; 195o
da Independência e 128o da República.
DILMA
ROUSSEFF
Este texto não substitui o publicado
no DOU de 13.1.2016
terça-feira, 24 de novembro de 2015
NOÉ, A VINHA, A MALDIÇÃO E O NÃO ARREPENDIMENTO PELO ERRO
É indiscutível a atitude incorreta de Cam, filho de Noé, ao contemplar a nudez de seu pai e não tratar de forma respeitosa o Patriarca, o qual não era um beberrão, mas conhecido na Bíblia como homem "justo e íntegro entre os seus contemporâneos. Noé andava com Deus." (Gn 6.9).
Segundo o Pr. Claudionor de Andrade, "Ao invés de calar-se e, discretamente, resguardar a honra do seu pai, saiu a depreciar-lhe a imagem (Gn 9.22)" (ANDRADE, Claudionor de , Revistas Lições Bíblicas, 4º Trimestre de 2015, CPAD, p. 65).
O Pastor Altair Germano em artigo intitulado "A Síndrome de Cam", aqui, também comenta o fato e discorre sobre os possíveis motivos do filho de Noé em expor sua nudez; o pastor faz ainda um paralelo entre o fato relatado no Livro do Começo e situações envolvendo erros de lideranças atualmente, mas com enfoque na atitude reprovável de Cam.
Ao ler o trecho bíblico não desconsidero o comportamento reprovável de Cam, mas inquieto-me com alguns pensamentos:
- Noé embebeda-se inocentemente?
- Após recobrar o juízo, teve consciência de que errou?
- Deveria o Patriarca pedir perdão, demonstrar arrependimento?
Mesmo a Bíblia não sendo clara a respeito dos pormenores que envolveram o plantio da vinha e a fermentação do fruto, há quem cogite que Noé sabia das implicações da bebida: "Vemos aqui, a primeira vez que o vinho é mencionado nas Escrituras, mas a produção de vinho já era realizada antes do dilúvio, e Noé sem dúvida sabia o que podia lhe acontecer se bebesse vinho demais." (Comentário Bíblico Expositivo W. W. Wiersbe , Geográfica Editora, 2014, V.1, p. 71).
Caminhando na trilha do comentarista, é possível focalizar não somente Cam como um irreverente, mas também Noé como ser humano que erra; apesar de justo e íntegro, também falhou, errou, não obstante ser um dos mais notáveis santos do AT.
A Bíblia não busca descrever os grandes homens de Sua história como infalíveis, pelo contrário, mostra suas falhas e as consequências amargas decorrentes dos erros. Sabe-se que um erro pode tomar maiores proporções dependendo de quem o comete, pois espera-se de homens de alta posição, condutas compatíveis (não desconsiderando aqui que, como já afirmado, são humanos).
Retomando Wiersbe:
Segundo o Pr. Claudionor de Andrade, "Ao invés de calar-se e, discretamente, resguardar a honra do seu pai, saiu a depreciar-lhe a imagem (Gn 9.22)" (ANDRADE, Claudionor de , Revistas Lições Bíblicas, 4º Trimestre de 2015, CPAD, p. 65).
O Pastor Altair Germano em artigo intitulado "A Síndrome de Cam", aqui, também comenta o fato e discorre sobre os possíveis motivos do filho de Noé em expor sua nudez; o pastor faz ainda um paralelo entre o fato relatado no Livro do Começo e situações envolvendo erros de lideranças atualmente, mas com enfoque na atitude reprovável de Cam.
Ao ler o trecho bíblico não desconsidero o comportamento reprovável de Cam, mas inquieto-me com alguns pensamentos:
- Noé embebeda-se inocentemente?
- Após recobrar o juízo, teve consciência de que errou?
- Deveria o Patriarca pedir perdão, demonstrar arrependimento?
Mesmo a Bíblia não sendo clara a respeito dos pormenores que envolveram o plantio da vinha e a fermentação do fruto, há quem cogite que Noé sabia das implicações da bebida: "Vemos aqui, a primeira vez que o vinho é mencionado nas Escrituras, mas a produção de vinho já era realizada antes do dilúvio, e Noé sem dúvida sabia o que podia lhe acontecer se bebesse vinho demais." (Comentário Bíblico Expositivo W. W. Wiersbe , Geográfica Editora, 2014, V.1, p. 71).
Prossegue ainda: "Numa tentativa de exonerar Noé de culpa, alguns estudiosos afirmam que o dilúvio causou uma transformação na atmosfera da Terra, e isso levou o suco de uva a fermentar pela primeira vez; no entanto, esse defesa não é muito sólida. Noé colheu as uvas, espremeu-as no lagar, colocou o suco em odres e esperou que fermentasse."
Caminhando na trilha do comentarista, é possível focalizar não somente Cam como um irreverente, mas também Noé como ser humano que erra; apesar de justo e íntegro, também falhou, errou, não obstante ser um dos mais notáveis santos do AT.
A Bíblia não busca descrever os grandes homens de Sua história como infalíveis, pelo contrário, mostra suas falhas e as consequências amargas decorrentes dos erros. Sabe-se que um erro pode tomar maiores proporções dependendo de quem o comete, pois espera-se de homens de alta posição, condutas compatíveis (não desconsiderando aqui que, como já afirmado, são humanos).
Retomando Wiersbe:
"Pelo menos Noé estava em sua própria tenda quando isso aconteceu, não em algum lugar público. No entanto, quando pensamos em quem ele era (um pregador da justiça) e no que havia feito (salvo sua família da morte), seu pecado torna-se ainda mais repulsivo.
A Bíblia não apresenta desculpas para os pecados dos santos, mas sim os menciona como advertências para que não façamos como eles (1 Co10.6-13). Como disse Supurgeon: 'Deus nunca permite que seus filhos pequem com sucesso'. Há sempre um preço a ser pago.
(...)
Noé não planejou embriagar-se e expor-se vergonhosamente, mas, de qualquer modo, foi o que aconteceu. Os japoneses têm um provérbio muito apropriado: 'Primeiro o homem toma um trago, depois o trago toma um trago e, então, o trago toma o homem." (pp. 71,72).
Volto a afirmar que o comportamento de Cam foi reprovável e há farto comentário sobre isso.
Entretanto, não podemos negar que Noé também errou. Se podemos aplicar o texto bíblico para advertência dos que expõem o erro de quem deveriam preservar e tratar de forma respeitosa, também podemos aplicá-lo no sentido de que pais e lideranças devem estar em todo o tempo atentos ao que fazem, pois nem todo "sucesso" empreendido anteriormente é capaz de amenizar um erro posterior.
Ademais, por qual motivo não vemos Noé constrangido quando lúcido? Não poderia também haver quebrantamento, perdão, reconciliação?
Adão e Eva tiveram oportunidade de demonstrar arrependimento e não fizeram. Caim, apesar de Deus travar um diálogo muito mais pedagógico do que para esclarecer dúvidas também não demonstra arrependimento.
Em tempos presentes, o reconhecimento do erro e arrependimento por parte dos que não deveriam errar (mas são humanos, não?) também é desejável e ensina. Tão somente amaldiçoar quem errou em seguida não soluciona a questão.
Se observássemos um Noé arrependido, quebrantado, constrangido pelo seu erro, isso não o diminuiria, pelo contrário, aumentaria sua grandeza.
No NT, acho que um trecho paulino seria apropriado para as duas partes e as levaria a tomarem, ambas, a atitude correta: "Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo." Fp 2.3
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