sábado, 21 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
"VIVEI, ACIMA DE TUDO, POR MODO DIGNO DO EVANGELHO DE CRISTO" Fp 1.27
Paulo,
ao escrever a sua bela carta à Igreja na cidade de Filipos, depois de
expor sua situação de prisioneiro por causa do Evangelho, de falar de
sua conduta reta diante das aflições, exorta a igreja filipense:
Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é uma condição realmente nobre, pois é um convite a viver renunciado os próprios desejos, lutando contra a carne, fazendo morrer a natureza terrena, colocando o Evangelho acima dos desejos pessoais e prazeres carnais. Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é colocá-lo acima dos próprios objetivos e metas pessoais.
John MacArthur, em seu comentário sobre Filipenses, acrescenta: “Ele [Paulo] convida os filipenses a manter seu compromisso espiritual, para continuar a se comportar de uma maneira que seja consistente com o poder do evangelho. Ele chama-os a olhar cuidadosamente em seus próprios corações, para determinar se eles têm integridade espiritual. Este recurso se aplica, naturalmente, a todo seguidor de Jesus Cristo em cada tempo e lugar.”
O Evangelho de Cristo é firmado, inicialmente, no Cristo bíblico, lógico, no messias que, servindo de exemplo em tudo, conforme a mais alta teologia paulina, afirma que o Senhor mesmo “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” Fp 2.6-9
Este é o Cristo do Evangelho; é o comportamento padrão para fundamentarmos nossa devoção ao Senhor.
Um pouco mais à frente, em Fp 2.12, Paulo conclama os filipenses a desenvolverem a sua salvação com temor e tremor.
A falta de temor e tremor de alguns crentes está justamente em não conhecerem o Cristo do Evangelho como a Bíblia o revela. Entender nossa condição de pecadores, e a condição de que Cristo se fez pecado por nós, nos constrange a vivermos de modo digno do Evangelho, a desenvolvermos nossa salvação com temor e tremor. Fora disso, muitos frequentam as igrejas aos domingos, mas no dia seguinte maculam o nome da Igreja com suas condutas detestáveis. Alguns, após o culto dominical, ou antes dele, entregam-se ao pecado, sem medo, sem temor, para depois levantarem mãos impuras em direção ao teto do templo, pois o céu certamente recusa ofertas de um coração hipócrita.
Sabiamente, em “Sua Igreja Está Preparada?”, o notável apologista Ravi Zacharias escreve: “tenho pouca dúvida de que o maior obstáculo individual para o impacto do Evangelho não tem sido sua inabilidade para fornecer respostas, mas a falha de nossa parte em vivê-lo completamente”.
Crentes que não vivem de modo digno do Evangelho impedem o progresso do Reino, não vivem “num mesmo espírito”, não combatem juntos pela fé evangélica, antes, vivem desgarrados, unindo-se a outros que vivem de modo indigno, fazendo coisas indignas, para a desonra do nome do Senhor e a condenação própria.
Outro ponto de destaque no v. 27 é quando o apóstolo adverte: “para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós…” Paulo lembra aos filipenses que a conduta deles não deve ser exemplar tão somente se o apóstolo estiver com eles, mas, antes, as notícias dos cristãos filipenses deveriam ser de que andavam de modo digno do Evangelho, que estavam unidos em um mesmo propósito, ainda que o apóstolo estivesse longe daquela igreja.
Às
vezes ouvimos notícias sobre a conduta de cristãos que nos partem o
coração, pois além de macularem o Caminho ainda atraem para si maldição,
perdição, mesmo tendo conhecimento de que o salário do pecado é a morte
caminham tranquilamente pelo espaçoso caminho que conduz à perdição.
Viva de modo digno do Evangelho.
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
O POSICIONAMENTO CONTRA ÁLCOOL E DROGAS NÃO É RELIGIOSO.
Muitos "identificam" cristãos por serem contra o consumo de álcool e drogas, pelo menos em regra é assim.
Pois bem, sendo conhecidos pelo posicionamento contra o consumo de álcool e drogas, os cristãos o fazem pois a Bíblia sagrada deixa clara a orientação nesse sentido.
Desde o primórdios vemos graves problemas relacionados ao consumo excessivo de bebidas.
As drogas, ainda que maconha, também estão no rol de coisas que abominamos, haja vista os problemas graves que decorrem de seu uso.
Vejam reportagem abaixo:
fonte: veja.com
21,3% de acidentados em moto usaram droga ou álcool
Pesquisa foi realizada pelo Hospital das Clínicas com 326 motociclistas acidentados na capital; número de mortes cresceu 27% em sete anos
Acidente com caminhão matou motociclista na Marginal Pinheiros em março
(Alex Falcão/Futura Press)
Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ortopedia e
Traumatologia do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo apontam que uma
em cada cinco vítimas de acidente de moto na capital paulista havia
consumido algum tipo de droga ou álcool antes do acidente: 7,1%
consumiram álcool e 14,2% usaram alguma droga ilícita – cocaína e
maconha são as mais comuns.
Os dados mostram ainda que entre os 7,1% que consumiram álcool antes
de dirigir, apenas 1% estava com a dosagem considerada segura de álcool
no sangue: menos de 0,6 g/l. Todos os outros condutores estavam com
doses acima de 0,6 g/l – o que é considerado um fator de risco altíssimo
para acidentes.
Ao todo, a pesquisa coletou dados de 326 vítimas de acidentes de moto
que aconteceram entre fevereiro e maio. Os dados referem-se aos
acidentes que aconteceram na Zona Oeste da capital – região que engloba
as duas marginais (do Pinheiros e do Tietê), parte do Corredor
Norte-Sul, Avenida Rebouças e outras vias de movimento. Sete morreram no
hospital e dez no local do acidente. É nessa região que fica o complexo
do HC, referência no atendimento às vítimas de acidentes no trânsito.
Leia também:
Vídeo: a difícil recuperação depois de acidentes com moto
SP: blitz da Lei Seca vai flagrar uso de maconha e cocaína
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Esta foi a primeira vez que os pesquisadores coletaram amostras de
saliva dos acidentados e as enviaram para análise num laboratório nos
Estados Unidos, que avaliou a presença de álcool e de mais de trinta
tipos de drogas no organismo. Também foi a primeira vez que a pesquisa
realizou uma perícia técnica no local do acidente (referente a 141
vítimas), para analisar a dinâmica do caso.
"É assustadora a quantidade de álcool entre as vítimas. Também chama a
atenção o uso de cocaína como agente estimulante. Isso ajuda a explicar
a epidemia de acidentes com motos na cidade", diz a fisiatra Júlia
Greve, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
(USP) e responsável pela pesquisa. "Os condutores confirmavam o uso de
álcool ou droga, o que demonstra que eles não veem isso como um fator de
risco para acidente."
Sem habilitação – Ainda de acordo com a pesquisa,
44% dos acidentados de moto na cidade sofreram lesões graves e mais de
uma fratura e 23% deles não tinham habilitação para dirigir moto. Apesar
de 90% dos motociclistas estarem usando capacete, só 17,8% estavam com o
trio capacete, jaqueta e bota como itens de segurança.
Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que a frota
de motos na cidade praticamente dobrou nos últimos sete anos: cresceu
de 490 754 em 2005 para 962 239 em 2012. No mesmo período, o número de
acidentes com motos cresceu 35% e a quantidade de motociclistas mortos
aumentou 27%.
(Com Estadão Conteúdo)
É inconcebível que autoridades e representantes do povo ainda defendam a legalização do uso de drogas, ainda que maconha, quando caminhamos para tolerância zero acerca do álcool, sem contar o prejuízo que o Estado arca com acidentes é altíssimo.
É inconcebível que autoridades e representantes do povo ainda defendam a legalização do uso de drogas, ainda que maconha, quando caminhamos para tolerância zero acerca do álcool, sem contar o prejuízo que o Estado arca com acidentes é altíssimo.
O modo de viver cristão não é algo religioso, não. É a forma adequada de se viver bem, respeitando a si mesmo e aos demais.
Um grave problema nos dias de hoje é que os jovens, influenciados pela filosofia materialista de nossos dias e o hedonismo, querem viver a vida como desejam.
A desvalorização do cristianismo e a tentativa de manterem a espiritualidade em um compartimento particular a cada indivíduo, afeta toda a sociedade, em todas as esferas, pois a vida sem a orientação bíblica, divina, que é a única ideal para o homem, caminha para a destruição espiritual e da sociedade.
O modo vida ditado pelas Sagradas Letras não garante apenas a vida eterna, mas também a vida terrena de qualidade.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
O QUE É VIVA E EFICAZ É A PALAVRA
O escritor aos Hebreus escreveu no capítulo 4 e versículo 12: "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."
Não são os contos presentes em alguns púlpitos; não são os exemplos de experiências pessoais excêntricas nem qualquer outra maravilha do cristianismo do século XXI. A única coisa viva e eficaz, capaz de produzir os efeitos citados no versículo acima, é a Palavra de Deus.
No livro de Esdras, vemos a confecção de um púlpito. Lá, o propósito era que a Lei do Senhor ficasse acima dos demais, para leitura e explicação.
O Pr. Hernandes Dias Lopes, em seu comentário ao Livro de Neemias, citando o teólogo diz:Calvino entendia que o púlpito é o trono de onde Deus governa a Igreja" (p. 135)
No atual cenário evangélico, em muitos rincões já não se ouve a Palavra de Deus, mas sim o nome do Senhor mesclado a cânticos antropocêntricos e ditos bíblicas. Às vezes a leitura bíblica é o apito inicial em algumas pregações, dá início ao jogo, apenas isso.
A teologia doente que é maioria nas mídias hoje, é responsável por uma geração de adeptos ao cristianismo; não são verdadeiramente convertidos a Cristo, mas adeptos de um sistema que lhes interessa para satisfazer.
Palavras ditas, cantadas e pregadas que não sejam a Palavra de Deus, são mortas, não produzem o propósito divino, não aproximam o homem de Deus.
Só a Palavra de Deus, anunciada com sinceridade e fidelidade é que pode fazer viver os que morreram ou morrem, pois ela, a Sagrada Lei, é viva e eficaz, ou seja, passados milênios está operante no homem.
Ministros que não pregam a Palavra de Deus não podem reclamar de um rebanho doente, pois são os principais responsáveis (os dirigentes), da doença.
Em Atos dos apóstolos 4.29, em oração os apóstolos e os primeiros cristãos rogavam ao Senhor: "agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra."
A preocupação dos cristãos era a anunciação da PALAVRA.
Ainda o Pr. Hernandes Lopes traduz um pouco da vida da Palavra: "Se não interpretamos o texto corretamente, vamos aplicá-lo distorcidamente. Vamos prometer o que Deus não está prometendo, corrigir quando Deus não está corrigindo. A exposição e a aplicação da Palavra produziram na vida do povo de Deus vários resultados gloriosos".
Seja a uma multidão ou a uma centena; seja a um pequeno grupo ou a uma pessoa, como Filipe e o Eunuco etíope, necessário é expor tão somente a Palavra, pois fora dela não há nada que possa mostrar ao homem seu verdadeiro lugar, sua condição e o Deus amoroso e justo que todas as coisas domina.
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