terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Não podem obrigar psicólogos a "curarem" homossexuais, mas impedem os que querem trabalhar.

Depois de tanto tempo sem postar as férias vão cooperar para a volta ao blog.

No blog do Lauro Jardim, em Veja.com, um breve post sobre proposta de deputado da bancada evangélica, João Campos, acerca projeto apresentado na Câmara para regulamentar tratamento psicológico para curar gays.

Dep. João Campos

Primeiro post:


"O extravagante deputado goiano João Campos, integrante da bancada evangélica, apresentou em 2 de junho um projeto na Câmara para regulamentar o tratamento psicológico para a “cura do homossexualismo”.
Alvo de críticas de todas as latitudes, Campos garante ter “estudos científicos” que demonstram o sucesso de “terapias de reorientação” em grupos de homossexuais.
Mas será que ele acredita realmente nisso? Campos explica:
– Desde que o homossexual queira, é completamente possível. Depende da vontade dele de querer voltar. Conheço um ex-gay que já participou de concursos de gay mais bonito e hoje está casado e tem filhos em Goiás. Criou uma associação para dar suporte psicológico a ex-gays".


"Roberto Lucena (PV) deu ontem parecer favorável ao controvertido projeto da ‘cura gay’ na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.
Apresentado pelo goiano João Campos, a proposta tenta regulamentar o tratamento psicológico para a “cura do homossexualismo” (Mais detalhes em De Onde Saiu a Ideia).
O avanço do estapafúrdio projeto já produziu polêmica. O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo já recolheu mais de 15 000 assinaturas virtuais contra a proposta."

Mais extravagante é o fato de há tempos o Conselho de Psicologia ter censurado a psicóloga evangélica que atendia homossexuais que queriam se livrar dos comportamento homo e ter proibido a mesma de continuar os atendimentos. Fundado em que proíbem alguém de fazer um tratamento voluntariamente por querer se livrar de algo que julga incorreto?
A entrevista de Rozângela Alves Justino está aqui, na mesma Veja.com.
Analisando os fatos, parece-me que é proibido:
1) psicólogo auxiliar profissionalmente homossexual que deseja ser hétero;
2) o homossexual procurar tratamento com profissional para deixar o comportamento que não deseja;
3) propor regulamentação de um tratamento que é impedido, ilegalmente, pelo movimento homossexual. 
Portanto, pode-se tocar na liberdade de gays que procuram tratamento para serem héteros e proibir que profissional na psicologia use seus conhecimentos acadêmicos para auxiliar quem lhe procure.
Que país é este?
Incentivar hétero a se tornar homossexual pode?

3 comentários:

  1. Esta é uma questao muito dificil a ser resolvida; antes de tudo, creio que na maioria das vezes, é falta de orientação espiritual, ou seja a falta de Deus na direção da familia e tambem o acompanhamento dos pais ao comportamento dos filhos, que enquanto morando com a familia, nao teve coragem de assumir tal comportamento, ou nao teve liberdade para dialogar com o pais, mas depois de uma certa idade, ainda mais nos dias de hoje, com toda esta liberdade que os filhos sao criados, eles tem coragem de encarar a familia. Quantas vezes ja se ouviu dizer; MOLEQUE; BONECA É BRINQUEDO DE MENINA, ou MENINA! BOLA É BRINQUEDO DE MENINO! Será que não faltou observar a prefência dos filhos e conversar ao invés de dar bronca?? Fica muito dificil depois que o ser humano toma uma decisão aceitar, que alguem, algum tratamento o faça mudar de ideia! Porque esta é uma situação que não é uma dor fisica e sim um comportamento. Eu acredito que seja um problema tambem mal resolvido e que agora não é um psicologo que vai resolver.

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  2. Esta é uma questao muito dificil a ser resolvida; antes de tudo, creio que na maioria das vezes, é falta de orientação espiritual, ou seja a falta de Deus na direção da familia e tambem o acompanhamento dos pais ao comportamento dos filhos, que enquanto morando com a familia, nao teve coragem de assumir tal comportamento, mas depois de uma certa idade, ainda mais nos dias de hoje, com toda esta liberdade que os filhos sao criados, eles tem coragem de encarar a familia. Quantas vezes ja ouviu dizer; MOLEQUE; BONECA É BRINQUEDO DE MENINA, ou MENINA! ISTO É BRINQUEDO DE MENINO. Será que não faltou observar a tendência dos filhos? Fica muito dificil depois que o ser humano toma uma decisão aceitar, que alguem, algum tratamento o faça mudar de ideia! Porque esta é uma situação que não é uma dor fisica e sim um comportamento. Eu acredito que seja um problema tambem mal resolvido e que agora não é um psicologo que vai resolver.

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  3. Tia Nilda,

    Apesar da questão ser difícil, penso que devemos analisá-la primeiramente à luz da Bíblia pois, sendo ela nossa fonte de informação e orientação divina (só cremos em Deus e Cristo como cremos devido à Bíblia), deve reger nossos conceitos, ainda que contrarie alguns. O próprio Cristo, apesar de amoroso e puro em todo seu caminho, falou coisas verdadeiras, amorosas mas duras.
    Penso que vários fatores familiares, possibilidade de abusos, falta de educação adequada, traumas, etc podem contribuir para o comportamento homossexual. Contudo, alguns defendem os mesmos parâmetros para justificar a conduta de criminosos e, para estes, há até fator genético. Ora, isto não nos faz aceitar a conduta criminosa de alguém ou protegê-la só pelo motivo de fatores externos poderem ter contribuído para o crime. Exigimos que o criminoso mude, se adeque à sociedade.
    O mesmo pensamento (não taxando o homossexual de criminoso é claro), deve ser observado para a prática homossexual, ou seja, se é conduta que afronta a Deus deve ser rejeitada. Não confundamos isto com rejetar a pessoa, tal rejeição é antibíblica.
    Lembremos do caso da mulher no poço de jacó, era adúltera mas Cristo advertiu para que deixasse a prática.

    Sobre o tal PL, deve haver a regulamentação para quem quer se tratar com psicólogo não seja impedido, sendo que isto não deve implicar em obrigatoriedade para os psicólogos que não querem atuar no ramo, mas dar aos homossexuais que desejam oportunidade de tratamento e aos profissionais que querem ajudar os que procuram ajuda, liberdade.

    Abraço.

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