sábado, 23 de novembro de 2013

Assista ao trailer "Blood Money - Aborto Legalizado"

O vídeo abaixo mostra a indústria do aborto dos Estados Unidos da América.




No próximo vídeo, um documentário interessante sobre a concordância com o aborto. Para pensar, refletir e ser justo consigo mesmo:




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"VIVEI, ACIMA DE TUDO, POR MODO DIGNO DO EVANGELHO DE CRISTO" Fp 1.27

Paulo, ao escrever a sua bela carta à Igreja na cidade de Filipos, depois de expor sua situação de prisioneiro por causa do Evangelho, de falar de sua conduta reta diante das aflições, exorta a igreja filipense:
 
“Vivei, acima de tudo, por modo digno do Evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;” Fp 1.27

Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é uma condição realmente nobre, pois é um convite a viver renunciado os próprios desejos, lutando contra a carne, fazendo morrer a natureza terrena, colocando o Evangelho acima dos desejos pessoais e prazeres carnais. Viver de modo digno do Evangelho de Cristo é colocá-lo acima dos próprios objetivos e metas pessoais.

John MacArthur, em seu comentário sobre Filipenses, acrescenta: “Ele [Paulo] convida os filipenses a manter seu compromisso espiritual, para continuar a se comportar de uma maneira que seja consistente com o poder do evangelho. Ele chama-os a olhar cuidadosamente em seus próprios corações, para determinar se eles têm integridade espiritual. Este recurso se aplica, naturalmente, a todo seguidor de Jesus Cristo em cada tempo e lugar.”
 
Hoje em dia vivemos uma terrível crise na vida cristã dos evangélicos. Primeiramente o problema está, justamente, no “evangelho” difundido em larga escala, um “evangelho” que não é o de Cristo, mas, como alguns ajuntamentos se intitulam evangélicos são contados como tais. O Evangelho das massas tem o homem no centro, tudo gira em torno dele, sejam as músicas, pregações, campanhas etc..


O Evangelho de Cristo é firmado, inicialmente, no Cristo bíblico, lógico, no messias que, servindo de exemplo em tudo, conforme a mais alta teologia paulina, afirma que o Senhor mesmo “subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si  mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” Fp 2.6-9

Este é o Cristo do Evangelho; é o comportamento padrão para fundamentarmos nossa devoção ao Senhor.

Um pouco mais à frente, em Fp 2.12, Paulo conclama os filipenses a desenvolverem a sua salvação com temor e tremor.

A falta de temor e tremor de alguns crentes está justamente em não conhecerem o Cristo do Evangelho como a Bíblia o revela. Entender nossa condição de pecadores, e a condição de  que Cristo se fez pecado por nós,  nos constrange a vivermos de modo digno do Evangelho, a desenvolvermos nossa salvação com temor e tremor. Fora disso, muitos frequentam as igrejas aos domingos, mas no dia seguinte maculam o nome da Igreja com suas condutas detestáveis. Alguns, após o culto dominical, ou antes dele, entregam-se ao pecado, sem medo, sem temor, para depois levantarem mãos impuras em direção ao teto do templo, pois o céu certamente recusa ofertas de um coração hipócrita.

Sabiamente, em “Sua Igreja Está Preparada?”, o notável apologista Ravi Zacharias escreve: “tenho pouca dúvida de que o maior obstáculo individual para o impacto do Evangelho não tem sido sua inabilidade para fornecer respostas, mas a falha de nossa parte em vivê-lo completamente”.

Crentes que não vivem de modo digno do Evangelho impedem o progresso do Reino, não vivem “num mesmo espírito”, não combatem juntos pela fé evangélica, antes, vivem desgarrados, unindo-se a outros que vivem de modo indigno, fazendo coisas indignas, para a desonra do nome do Senhor e a condenação própria.

Outro ponto de destaque no v. 27 é quando o apóstolo adverte: “para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós…” Paulo lembra aos filipenses que a conduta deles não deve ser exemplar tão somente se o apóstolo estiver com eles, mas, antes, as notícias dos cristãos filipenses deveriam ser de que andavam de modo digno do Evangelho, que estavam unidos em um mesmo propósito, ainda que o apóstolo estivesse longe daquela igreja.

Às vezes ouvimos notícias sobre a conduta de cristãos que nos partem o coração, pois além de macularem o Caminho ainda atraem para si maldição, perdição, mesmo tendo conhecimento de que o salário do pecado é a morte caminham tranquilamente pelo espaçoso caminho que conduz à perdição.
 
Por fim, mais um trecho do escrito de Macarthur encerra bem o artigo: “Quando olhar o incrédulo na igreja e não ver a santidade, pureza e virtude, não parece haver nenhuma razão para crer no evangelho que proclama.”

Viva de modo digno do Evangelho.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O POSICIONAMENTO CONTRA ÁLCOOL E DROGAS NÃO É RELIGIOSO.

Muitos "identificam" cristãos por serem contra o consumo de álcool e drogas, pelo menos em regra é assim.

Pois bem, sendo conhecidos pelo posicionamento contra o consumo de álcool e drogas, os cristãos o fazem pois a Bíblia sagrada deixa clara a orientação nesse sentido.

Desde o primórdios vemos graves problemas relacionados ao consumo excessivo de bebidas.

As drogas, ainda que maconha, também estão no rol de coisas que abominamos, haja vista os problemas graves que decorrem de seu uso.

Vejam reportagem abaixo:

fonte: veja.com

21,3% de acidentados em moto usaram droga ou álcool

Pesquisa foi realizada pelo Hospital das Clínicas com 326 motociclistas acidentados na capital; número de mortes cresceu 27% em sete anos

Acidente envolvendo caminhão e moto deixa o motociclista morto na madrugada desta sexta-feira (15), na Marginal Pinheiros, próximo a ponte Eusébio Matoso, sentido Castello Branco, zona oeste de São Paulo (SP)
Acidente com caminhão matou motociclista na Marginal Pinheiros em março (Alex Falcão/Futura Press)
Dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo apontam que uma em cada cinco vítimas de acidente de moto na capital paulista havia consumido algum tipo de droga ou álcool antes do acidente: 7,1% consumiram álcool e 14,2% usaram alguma droga ilícita – cocaína e maconha são as mais comuns.
Os dados mostram ainda que entre os 7,1% que consumiram álcool antes de dirigir, apenas 1% estava com a dosagem considerada segura de álcool no sangue: menos de 0,6 g/l. Todos os outros condutores estavam com doses acima de 0,6 g/l – o que é considerado um fator de risco altíssimo para acidentes.
Ao todo, a pesquisa coletou dados de 326 vítimas de acidentes de moto que aconteceram entre fevereiro e maio. Os dados referem-se aos acidentes que aconteceram na Zona Oeste da capital – região que engloba as duas marginais (do Pinheiros e do Tietê), parte do Corredor Norte-Sul, Avenida Rebouças e outras vias de movimento. Sete morreram no hospital e dez no local do acidente. É nessa região que fica o complexo do HC, referência no atendimento às vítimas de acidentes no trânsito.
Esta foi a primeira vez que os pesquisadores coletaram amostras de saliva dos acidentados e as enviaram para análise num laboratório nos Estados Unidos, que avaliou a presença de álcool e de mais de trinta tipos de drogas no organismo. Também foi a primeira vez que a pesquisa realizou uma perícia técnica no local do acidente (referente a 141 vítimas), para analisar a dinâmica do caso.
"É assustadora a quantidade de álcool entre as vítimas. Também chama a atenção o uso de cocaína como agente estimulante. Isso ajuda a explicar a epidemia de acidentes com motos na cidade", diz a fisiatra Júlia Greve, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela pesquisa. "Os condutores confirmavam o uso de álcool ou droga, o que demonstra que eles não veem isso como um fator de risco para acidente."
Sem habilitação – Ainda de acordo com a pesquisa, 44% dos acidentados de moto na cidade sofreram lesões graves e mais de uma fratura e 23% deles não tinham habilitação para dirigir moto. Apesar de 90% dos motociclistas estarem usando capacete, só 17,8% estavam com o trio capacete, jaqueta e bota como itens de segurança. 
Dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) mostram que a frota de motos na cidade praticamente dobrou nos últimos sete anos: cresceu de 490 754 em 2005 para 962 239 em 2012. No mesmo período, o número de acidentes com motos cresceu 35% e a quantidade de motociclistas mortos aumentou 27%.  
(Com Estadão Conteúdo) 


 
É inconcebível que autoridades e representantes do povo ainda defendam a legalização do uso de drogas, ainda que maconha, quando caminhamos para tolerância zero acerca do álcool, sem contar o prejuízo que o Estado arca com acidentes é altíssimo.

 
O modo de viver cristão não é algo religioso, não. É a forma adequada de se viver bem, respeitando a si mesmo e aos demais.

Um grave problema nos dias de hoje é que os jovens, influenciados pela filosofia materialista de nossos dias e o hedonismo, querem viver a vida como desejam.

A desvalorização do cristianismo e a tentativa de manterem a espiritualidade em um compartimento particular a cada indivíduo, afeta toda a sociedade, em todas as esferas, pois a vida sem a orientação bíblica, divina, que é a única ideal para  o homem, caminha para a destruição espiritual e da sociedade.

O modo vida ditado pelas Sagradas Letras não garante apenas a vida eterna, mas também a vida terrena de qualidade.


Lição 07 - "A Atualidade dos Conselhos Paulinos" - vídeo CPAD


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O QUE É VIVA E EFICAZ É A PALAVRA


O escritor aos Hebreus escreveu no capítulo 4 e versículo 12: "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração."

Não são os contos presentes em alguns púlpitos; não são os exemplos de experiências pessoais excêntricas nem qualquer outra maravilha do cristianismo do século XXI. A única coisa viva e eficaz, capaz de produzir os efeitos citados no versículo acima, é a Palavra de Deus.

No livro de Esdras, vemos a confecção de um púlpito. Lá, o propósito era que a Lei do Senhor ficasse acima dos demais, para leitura e explicação.

O Pr. Hernandes Dias Lopes, em seu comentário ao Livro de Neemias, citando o teólogo diz:Calvino entendia que o púlpito é o trono de onde Deus governa a Igreja" (p. 135)

No atual cenário evangélico, em muitos rincões já não se ouve a Palavra de Deus, mas sim o nome do Senhor mesclado a cânticos antropocêntricos e  ditos bíblicas. Às vezes a leitura bíblica é o apito inicial em algumas pregações, dá início ao jogo, apenas isso.

A teologia doente que é maioria nas mídias hoje, é responsável por uma geração de adeptos ao cristianismo; não são verdadeiramente convertidos a Cristo, mas adeptos de um sistema que lhes interessa para satisfazer.

Palavras ditas, cantadas e pregadas que não sejam a Palavra de Deus, são mortas, não produzem o propósito divino, não aproximam o homem de Deus.

Só a Palavra de Deus, anunciada com sinceridade e fidelidade é que pode fazer viver os que morreram ou morrem, pois ela, a Sagrada Lei, é viva e eficaz, ou seja, passados milênios está operante no homem.

Ministros que não pregam a Palavra de Deus não podem reclamar de um rebanho doente, pois são os principais responsáveis (os dirigentes), da doença.

Em Atos dos apóstolos 4.29, em oração os apóstolos e os primeiros cristãos rogavam ao Senhor: "agora, Senhor, olha para as suas ameaças e concede aos teus servos que anunciem com toda a intrepidez a tua palavra."

A preocupação dos cristãos era a anunciação da PALAVRA.

Ainda o Pr. Hernandes Lopes traduz um pouco da vida da Palavra: "Se não interpretamos o texto corretamente, vamos aplicá-lo distorcidamente. Vamos prometer o que Deus não está prometendo, corrigir quando Deus não está corrigindo. A exposição e a aplicação da Palavra produziram na vida do povo de Deus vários resultados gloriosos".

Seja a uma multidão ou a uma centena; seja a um pequeno grupo ou a uma pessoa, como Filipe e o Eunuco etíope, necessário é expor tão somente a Palavra, pois fora dela não há nada que possa mostrar ao homem seu verdadeiro lugar, sua  condição e o Deus amoroso e justo que todas as coisas domina.

sábado, 20 de julho de 2013

O COMPORTAMENTO DOS SALVOS EM CRISTO.

O título desta postagem é o mesmo da Lição 03 das Lições Bíblicas deste trimestre. Contudo, não é o objetivo, neste post, comentar sobre toda a lição, mas sobre um ponto específico relacionado a um fato relacionado ao tema dominical: "O Comportamento dos Cidadãos do Céu".

Em uma festividade na igreja em que congrego, há algum tempo, um pregador foi contactado para participar das comemorações. Tudo acertado, "oferta" adiantada, no dia do evento foi informado que o pregador estava enfermo; todos receberam a notícia com pesar.

Diante disso, o pastor local conclamou a igreja a orar pelo pregador que estava hospitalizado; todos oraram.

Chegada a noite da participação do pregador, como estava enfermo não veio; um servo de Deus ministrou a Palava Santa.

Contudo, tal foi a surpresa quando, ao final do culto, um membro que dava manutenção à transmissão do culto pela internet, constatou que o "pastor" faltoso, doente, hospitalizado, estava pregando em uma festividade no Sul do Brasil, em Santa Catarina.

Qual o problema do dito pastor?
- mentiroso?
- enganador?
- falso crente?
- falso obreiro?
- ganancioso?
- avarento?

É um servo de Cristo, da igreja?

Eu, pessoalmente, acho que não deveríamos alimentar esses pregadores que só vão pregar se receberem uma "oferta" X, a qual eles mesmo estipulam; tem de ser feito contrato; deve ser passado parte do valor com antecedência....

Depois de tudo, o faltoso foi acionado judicialmente (sei que em Coríntios fala para não levar um irmão aos tribunais, que deveria ser a questão resolvida entre os santos, que é  melhor sofrer o dano...), mas fato é que foi ajuizada ação contra o pastor doente, que em hora nenhuma, depois do "furo", contou a verdade ou buscou reparar o erro.

Passados muitos meses, até ano, não é possível intimar o pastor doente, pois o oficial não o encontra em seu Estado Maravilhoso. Ah, ele já sabe da ação em seu desfavor (inicialmente foi citado- tomou ciência), mas não consegue ser um cristão diante da sociedade, dos homens, das autoridades, da igreja.

Até que o Senhor separe o joio do trigo, precisamos estar atentos, vigilantes, sóbrios para não sermos enganados  por quem quer que seja , aparente ser piedoso ou não, iluda bem a plateia ou não, mas que na verdade demonstra frutos dignos de rejeição.

terça-feira, 25 de junho de 2013

MARA MARAVILHA DIZ QUE SER GAY É OPÇÃO, ABERRAÇÃO.


"Acho que falta democracia. É preciso respeitar o gay, mas também quem pensa diferente do gay. Não respeitar a nossa opinião é que é preconceito", afirmou. "Não estou defendendo o Feliciano, mas o respeito a essa opinião, a democracia, a liberdade de expressão, porque tem muitos pais, muitas mães que não concordam com essa, sabe, essa aberração. Eu não concordo com homens ou mulheres em público ficarem se agarrando. Tem coisa que é particular." Mara

A mídia ignora o papel que deveria fazer. Estão na TV para informar a população; formam opinião, mas não buscam a informação devida para saírem falando aos milhares. Falam de cura, cura, cura... quando não há projeto nenhum para "cura gay", o que se quer é: que O INDIVÍDUO QUE DESEJA BUSCAR AJUDA PARA SAIR DO HOMOSSEXUALISMO RECEBA A AJUDA DO PSICÓLOGO QUE DESEJAR AJUDAR COM OS CONHECIMENTOS QUE PROFISSIONALMENTE ADQUIRIU!

Ou a maioria do pessoal que comenta na TV e jornais sobre o assunto é ignorante ou são militantes da ala gay. 
 
À luz da Bíblia, sempre foi, sempre será, aberração a relação homossexual; é abominação. E, diga-se de passagem, posso dizê-lo livremente. 

"CURA GAY" E O DIREITO DE FAZER O QUE DESEJA FAZER

Em 18/06, foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo Pr. Marco Feliciano, o Projeto de Lei denominado "Cura Gay".
No entanto, é bom entender do que se trata. Muitos já sabem, mas nunca é demais tentar esclarecer um ponto que para outros ainda é obscuro.
O projeto visa retirar de uma Resolução do Conselho Federal de Psicologia dois artigos que proíbem os psicólogos tratarem homossexuais que desejarem abandonar o homossexualismo e, pra isso, procurarem ajuda profissional.

Ora, a Resolução do Conselho é totalmente incongruente! Veja: um indivíduo, algum dia na vida, fez a opção por ser homossexual; até aí tudo bem, ninguém interviu na liberdade dele. Passado algum tempo, o mesmo indivíduo decide abandonar o comportamento e ser heterossexual; opa, aí o Conselho vem e proíbe psicólogos tratarem de pessoas que desejam ajuda para retomar a heterossexualidade.

A militância gay e o Conselho acham que ser heterossexual não é definitivo, "hetero" pode ser "homo", mas ao contrário não pode. 

Liberdade para transitar do mundo heterossexual para o homossexual, se quiser voltar não pode, não com ajuda de um psicólogo. Querem entregar o conceito de sexualidade e o que o indivíduo pode fazer dela à minoria gay; é um absurdo.

Cristãos devem ser a favor do projeto, tanto por sua legalidade como pela prescrição bíblica acerca da sexualidade, tendo como coisa abominável o homossexualismo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

LÓ E O CUIDADO COM A FAMÍLIA.



Quem não conhece o a história bíblica de Sodoma e Gomorra? Praticamente todos já ouviram. Até não cristãos lembram da mulher de Ló, da estátua de sal.

Fato interessante está no acontecimento que provocou a ida de Ló para Sodoma; o registro está em Gn 13.7-18. Sabemos que havia contenda entre os pastores de Abrão e de Ló. O patriarca, procurando não prejudicar o sobrinho, deu a este a oportunidade de escolher o local para ir, sendo que Abrão caminharia em direção contrária. Pois bem, Ló escolheu as campinas do Jordão, local bem regado, bom aos olhos.

 A escolha de Ló foi firmada a penas no que viu, enquanto Abrão cria em Deus para seu sustento. O sobrinho do patriarca não hesitou em estender suas tendas até a cidade de Sodoma, contudo, não levou em conta que "eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o Senhor", (v. 13).

O escritor bíblico é categórico em afirmar que os varões de Sodoma eram: 
1) maus;
2) grandes pecadores contra o Senhor.

Ora, um homem não pode escolher seu caminho somente por aquilo que seus olhos são atraídos, nunca. Isto está claro na passagem mencionada, ainda mais quando envolve a família toda. Levar filhos, mulher, servos e todo o patrimônio para o meio de um povo mau e que grandemente pecava contra o Senhor é loucura.

Parece-me que é possível aplicarmos a ideia aos dias atuais. Repousa sobre os ombros dos pais a obrigação de educar seus filhos, e isso envolve uma séria de coisas, dentre elas, prover um ambiente adequado para o crescimento familiar. 

Como era para a casa de Ló viver em meio aos Sodomitas? Quais valores defendiam os persistentes pecadores? Quais eram os genros que Ló queria para suas filhas? Falando em genros, eles zombaram de Ló quando afirmou que Deus destruiria a cidade (Gn 19.14). Que influências suas filhas receberam? Talvez aprenderam que poderiam se deitar com o pai, de fato o fizeram depois.

Quanto prejuízo por causa da atitude sem sabedoria de um pai de família! Ao final teve prejuízos financeiros, emocionais, familiares (pois perdeu a esposa) e, por fim, ainda foi envolvido em um incesto com suas duas filhas. Lamentável.

A história bíblica parece ser um advertência para os cristãos quanto às escolhas que fazem e quais os critérios adotados, ainda mais quando envolvem diretamente toda a família. Alguns prejuízos são irreparáveis.

Devemos ser criteriosos quanto ao meio que estamos inserindo nossa família e avaliar a influência do tal sistema sobre os nossos. Ao final, não podemos perder de vista a advertência paulina de Rm 12.2: "Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...".


terça-feira, 14 de maio de 2013

O SACRIFÍCIO DE UM INOCENTE EM PROL DE PECADORES

Pequeno esboço de uma breve fala em culto de Santa Ceia.

O Sacrifício pelo pecador


(Mt 26.26-28 e Gn 3.6,7,21)


O Texto de Gênesis fala do início do pecado e da provisão divina para cobri-lo (remissão).


Pela leitura de Gn 3 podemos entender que:

ü     O homem pecou voluntariamente e contra Deus;
ü    Após pecar o homem tentou cobrir-se, inutilmente (o esforço humano para cobrir seu pecado de nada vale).
ü    O homem tentou, inadequadamente, desculpar-se pelo pecado; não houve desculpa aceitável.
ü    Pecado e santidade divina são incompatíveis, não vivem juntos.

Providência divina (v. 21):

v    “Fez o Senhor Deus”: sem pedido do homem, Deus, voluntariamente, fez algo. Deus, por si só, não dependia de cobrir o homem em sua vergonha.
Em Sua grandeza, realeza, Deus se moveu para beneficiar o pecador.
Aquele cujos pés estão na terra, e que se assenta sobre o globo da terra, “fez”.
v    “de pele”: alguém morreu para cobrir o homem de sua vergonha decorrente do pecado. Alguém inocente, não devedor, morreu para que o pecador fosse coberto; um animal foi sacrificado pela vontade divina e de sua pele, após ser vertido seu sangue,  foram feitas vestimentas a vergonha foi coberta.

Agora Adão e Eva eram pecadores cobertos pela provisão divina.

Contextualizando:

Ø    Você pecou, destruiu teu relacionamento com Deus; você pecou e peca ainda hoje, afrontou e afronta a Deus quando erra;
Ø    Você não pode fazer nada para cobrir sua vergonha ou afastar a ira divina por causa do pecado.
Ø    Mas Deus, amando-nos de forma imensurável, proveu um meio, por sua Graça sacrificou um inocente para que nosso pecado fosse coberto.
Ø    Em Mt 26 lemos que Cristo disse: “isto é o meu corpo”. No v. 28 “porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão dos pecados”.     
Ø    Podemos entender que Jesus estava dizendo: “Eu sou Deus, Santo, não devo nada, pois nunca pequei, porém é necessário que eu seja sacrificado em favor de vocês, e dou meu corpo, meu sangue para que vocês sejam perdoados (cobertos; tenham os pecados anulados)”. A aliança anterior era firmada no sangue de animais, agora se inaugura uma Nova Aliança, no sangue de Cristo.

Vejamos Hebreus 10:

v. 4: “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados”.
vv. 11.12: “Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados; Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus”.

Gratidão

Salmos 116.2: “Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?”
“Tomarei o cálice da salvação...”: "o cálice que fazia parte da páscoa relembra a saída de Israel do Egito, a salvação. Por sua vez, na Páscoa de Cristo nos faz lembrar do “cálice da nova aliança, no Seu sangue.” Shedd.

Conclusão

Ante nossa condição de pecador, de nossa incapacidade de nos cobrirmos por causa de nosso pecado devemos estar quebrantados, contritos, humilhados na presença daquele que inocentemente morreu por nós, sendo ainda nós pecadores. Devemos tomar o cálice da salvação e alegrar por nossa libertação do pecado e pela possibilidade de entrarmos na vida eterna oferecermos a Ele nossa vida como sacrifício vivo.


terça-feira, 30 de abril de 2013

"PARA O ATOR MARCOS OLIVEIRA, BANCADA RELIGIOSA NO CONGRESSO AMEAÇA HUMOR"



Esta é a frase que anuncia a breve entrevista com o ator Marcos Oliveira (o Beiçola da Grande Família-fonte da imagem Terra.com.br ), na verdade um talk show no site yahoo, aqui.

Dentre suas declarações, a frase abaixo chama atenção:

" Eu acho que vai ter uma época, que nós humoristas não vamos ter mais espaço, porque o clã, da igreja, tá tomando tanto força dentro do congresso, que a gente vai tudo pra gilhotina, eles não têm humor...você imagina o que pode fazer de piada dentro da religião, quase nada"

Nunca se fez tanta piada e zombaria contra os religiosos como nos dias de hoje, e ninguém propôs a morte para os "humoristas".

Não entendo o propósito de se fazer piada sobre religiões, parece que não foram criadas para isso.

Ora, para o site de notícias a bancada religiosa ameaça o humor. E desde quando a ameça ao dito humor é padrão para medir uma bancada, nesse caso religiosa, no Congresso Nacional?

Poderíamos dizer que a bancada não religiosa, ou anti, ameaça a religiosidade no Brasil. E daí? O Congresso Nacional não funciona regulando composição ou força de bancadas que possam ameçar isso ou aquilo. Outro ponto é que, se as bancadas religiosas se fortificarem é em virtude dos votos que receberam para os parlamentares estarem lá, correto? E se é assim, é democrático, legal, vontade popular.


Noutras palavras, se a bancada religiosa cresce e se, porventura, um dia, vier a ameaçar o humor ( e nesse pacote devem estar incluídas todas as faces do dito humor, desde o negro até as mais baixas apelações pornográficas atuais),  então deverão desconfiar que é o povo brasileiro que já não se agrada mais e, caso ocorra no futuro, façam um humor descente ou pendurem as chuteiras.




sexta-feira, 26 de abril de 2013

POR QUE DEUS TIROU ISRAEL DO EGITO.

POR QUE DEUS NOS TIROU DO EGITO?
Ex. 5.1,3; 8.1; 10.26

INTRODUÇÃO

O povo de Deus, Israel, estava preso no Egito e o Senhor prometera livrá-los do cativeiro, contudo, havia um propósito na retirada do povo do Egito: que Israel servisse ao eterno.
Naqueles dias, povo do Senhor eram os descendentes de Jacó; hoje, povo do Senhor são aqueles que creram, que receberam a Jesus como salvador, de acordo com Jo 1.12. E quando o Senhor alcança alguém com sua salvação também o faz com propósito: para que o sirvamos.   

1.      COMO O SENHOR TIRA ISRAEL DO EGITO

Através de feitos milagrosos Deus tirou os filhos de Jacó do Egito. O fato que marcou a saída, a última praga, foi coroado com um ritual dado por Deus para que os judeus obedecessem: deveriam imolar o cordeiro e passar o sangue do mesmo nos umbrais das portas.

A páscoa – “passar por cima, poupar, proteger - deveria ser lembrada como memorial, assim como a ceia do Senhor o é para nós (ICo 11. 25), motivo de alegria, gozo, lágrimas e derramar na presença daquele que nos tirou das trevas e da escravidão. O livramento é eterno, não é temporário, nunca mais voltariam ao Egito. Se nos mantivermos fiéis ao Senhor nunca mais estaremos sob a servidão do pecado, pelo contrário, estaremos livres de uma vez por todas quando no céu com o Eterno.

ü  O cordeiro deveria ser assado, representando o fogo a aflição do Calvário .
ü  O cordeiro deveria ser separado quatro dias antes, assim como Cristo 
entrou em Jerusalém no dia da separação do Cordeiro e morreu no dia do 
sacrifício (Ex 12.3-6);
ü   Nenhum de seus ossos deveria ser quebrado (Ex. 12.46);
ü  O cordeiro deveria ser comido por toda família; Cristo é para toda tua casa,
deve ser colocado à mesa pelo chefe da família e dele todos devem participar (Ex. 12.3). O ensinamento pascal deveria ser passado para os descendentes (Ex 12.27), exclusivamente por cada pai, cada família em suas casa,s com seus filhos (Ex 12.46)

O sangue do Cordeiro faz distinção entre os que servem e os que não servem ao Senhor. No Egito o sangue nos umbrais das portas fora benção para muitos e maldição para outros. No juízo, o sangue de Cristo será motivo de glória para aqueles que o receberam, mas juízo para os que o negaram. A saída do Egito deveria ser comemorada de geração em geração (Ex 12.42).

2.      POR QUE DEUS TIROU O POVO DO EGITO?

2.1  Para que o povo o servisse (4.23)

Servo:1) empregado (Mt 25.14); 2) escravo (Gn 9.25); 3) Pessoa que presta a culto e obedece a Deus (Dn 3.26); JESUS CRISTO era servo (Mt 12.18; At 3.13; 4.27).

Dentre muitos, na passagem abaixo é rico o exemplo de "pessoa que presta culto e obedece a Deus":
“Então chegando-se Nabucodonosor à porta da fornalha de fogo ardente, falou, dizendo: Sadraque, Mesaque e Abednego, servos do Deus Altíssimo, saí e vinde! Então Sadraque, Mesaque e Abednego saíram do meio do fogo” (Dn 3.26).

Servo é o escravo de orelha furada que renunciou sua liberdade para servir a Deus. Assim somos nós? Renunciamos nossa carne por amor ao nosso Senhor?

 Não será assim entre vós; mas todo aquele que quiser entre vós fazer-se grande seja vosso serviçal; E, qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, seja vosso servo;Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.(Mt 20.26-28)

Quando Deus mandou Moisés, o enviou com uma mensagem, e era esta: “deixa ir o meu povo para que me sirva”. Havia um propósito na retirada do povo; deveriam servir ao Deus eterno. Não foram tirados do Egito para simplesmente não serem mais escravos, mas para serem, agora, servos somente do Deus altíssimo.

Antes, éramos servos do pecado: “ Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?  Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Rm 6.16-18).

Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. (Gl 6.10)


“Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer.”  (Lucas 17 : 10).

Somos servos mesmo?

2.2  Para celebrar uma festa no deserto (5.1)

Disse o salmista: “servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cânticos”.

Deserto: representa provação.

"Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor."  (Mateus 10 : 24). Cristo padeceu, será que não passaremos pelo deserto?

Todos os anos celebrariam a festa da Páscoa; também todo primogênito seria do Senhor, como referência à saída do Egito.

 Está claro no texto bíblico que o povo deveria celebrar uma festa no deserto. Com a suficiência de Deus em nossa vida, até no deserto podemos celebrá-lo. Nos lugares mais secos e duros podemos celebrá-lo, pois ainda lá Ele é Senhor. Ainda que no deserto, estamos certos de que estamos na caminhada para a Terra Prometida.

Deus nunca deixou seu povo só no deserto: “Nunca se apartou do povo a coluna de nuvem durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite”(Ex 13.22).

Deus sempre sustentou o povo no Deserto, livrou-os de Faraó; deu-lhes água doce em Mara; maná do céu; cordonizes para comerem e vitórias sobrenaturais... Até mesmo na dura caminhada devemos celebrar a nossa libertação do pecado.


2.3  Para o servirmos com tudo o que temos (10.26)

Todos os pertences dos judeus deveriam sair do Egito, pois seriam usados para adorar a Deus.

Devemos servir ao Senhor com nossos bens, com nossa profissão... Devemos amá-lo de todo nosso coração, de toda nossa alma, de todo nosso entendimento, de toda nossa força (Mc. 12.30).


2.4  Para perseverarmos

Perseverança: permanência num estado ou numa atividade, meso em caso de
oposição ou fracasso ( Ef 6.18; Mc 3.13; Rm 2.7).

“E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo” ( Mc 13.13).

Seguir pelo deserto exigia determinação e perseverança do povo.

Veja exemplo de Hiroo Honoda;  este lutava por algo passageiro, glória terrena, fidelidade à bandeira japonesa (foi decepcionado), nós lutamos pelo triunfo eterno.

Você está perseverando pelo que?

O exemplo de Martin Loyd Diones. Este abriu mão de uma carreira promissora para se dedicar ao pastorado.

Você está abrindo mão de que?

Cristo abriu mão do céu, da glória eterna, de Sua realeza para ser massacrado por uma dívida que não era sua.


3.      O FIM DA PEREGRINAÇÃO É O CÉU

Apesar de parecer dura a caminhada, Ele está conosco todos os dias até a consumação do século;

Apesar de o calor do deserto ser forte, Ele nos refrigera a alma e nos leva para junto das águas de descanso;

Apesar de a noite ser fria demais, Ele te cobrirá com Suas penas e debaixo de Suas asas estarás seguro;

 Apesar de às vezes nos vermos sem a provisão necessária, bem nenhum falta aos que O temem; se Ele cuida da erva do campo cuidará de nós; todo que nos é necessário será acrescentado se O buscarmos em primeiro lugar.

NOSSA LEVE E MOMENTÂNEA TRIBULAÇÃO PRODUZ PESO ETERNO DE GLÓRIA.

O fim da peregrinação é Canaã, terra maravilhosa, separada para os que temem ao Senhor, para chegar até lá temos que caminhar firmemente, mas temos em todo tempo auxílio não do homem, mas do Senhor.

4. CONCLUSÃO


Só podemos ser servos se obedecermos a condição por Deus imposta para tal. Depois de obedecermos temos que estar cientes de que nos chamou para servi-lo, ainda que no deserto celebrando-lhe festa; com tudo o que temos. Temos o Seu auxílio o tempo todo, não nos deixará. O fim de nossa servidão será descanso eterno, em glória, com o Criador.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Praticando o amor com todos



“Não percam tempo se preocupando se vocês 'amam' o próximo - ajam como se amassem. Vão descobrir que, quando se comportam como se amassem alguém, dali a pouco passarão a amá-lo." C.S. Lewis

A citação de Lewis expressa bem como devemos agir em relação ao nosso próximo em obediência ao segundo mandamento de Cristo contido em Mateus 22.39: “... Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Lendo o livro “Como Se Tornar Um Líder Servidor - Os Princípios de Liderança de O Monge e o Executivo” de James C. Hunter – no qual ele diz que Jesus Cristo é o maior líder de todos os tempos – encontrei essa citação do gênio literário cristão C.S. Lewis e que me levou a refletir sobre as atitudes das pessoas, principalmente daquelas que se dizem cristãs e estão dentro das igrejas.

Claro que todos somos pecadores e em todo momento erramos, fazendo aquilo que não deveríamos fazer e deixando de fazer o que deveríamos fazer (Romanos 7.19), mas não devemos justificar nossas atitudes errôneas para alívio de consciência. Como no caso do nosso tema, algumas pessoas costumam dizer: “não vou ser legal com fulano porque não gosto de fulano e nem gosto de falsidade, então por que eu seria legal com ele?” É comum as pessoas que tem tais atitudes utilizarem a desculpa da falsidade, como se agirem com amor em relação ao desafeto estariam sendo falsas. Isso não é necessariamente verdade (excluindo aqueles que realmente agem com falsidade, como se gostassem, e por trás proferem palavras venenosas), mesmo que você não se dê bem com uma pessoa, não significa que você não possa ser educado com ela e agir como agiria se a amasse. Com a prática, uma hora ou outra, você realmente passará a gostar da pessoa, não é algo impossível de acontecer, muito pelo contrário, é bastante plausível.

Não dá pra ignorar que dentro das igrejas existem grandes divisões, panelas, grupinhos, pessoas que se dizem irmãos em cristo e que não suportam uns aos outros (Colossenses 3.13). E quem dera se fosse em pouca quantidade... Mas não é. É necessária uma conscientização geral dos crentes atuais para que acabem as brigas e dissenções em nosso meio. Isto inclusive já se tornou empecilho para muitos firmarem seus passos no caminho de Deus, pois viram as brigas e separações no meio daqueles que se autodenominam filhos de Deus.

Procuremos praticar o amor, inclusive com aqueles que ainda não conseguimos amar, abrindo mão de nossas vontades e interesses (1 Coríntios 13.5), alcançando o caminho da virtude e cumprindo o segundo grande mandamento de Jesus Cristo. A prática do amor nos fará amar de verdade. Afinal, se realmente somos seguidores de Cristo, busquemos verdadeiramente cumprir seus preceitos, mesmo que não sejam fáceis. Ninguém disse que seria, na verdade o Mestre disse exatamente o contrário. Você verá e descobrirá que amar não é um sentimento, é uma decisão, caso contrário ele não seria uma ordenança de Deus.

O PÚLPITO PENTECOSTAL (2)

Se por um lado há falta de preparo por parte de muitos pregadores sobre os púlpitos (leia aqui ), de outro há uma tendência em achar que ...