segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

SOBRE O PESO DA MORALIDADE E A RELIGIOSADE DO BRASILEIRO.

A balança evidência a ideia de equilíbrio, de balancear algo ou alguma coisa de forma que haja de ambas as partes igualdade, isso aplica-se não só no cotidiano da vida do homem em relação aos negócios, mas também acerca do conceito que construímos sobre moralidade para nossa vida e nossa cosmovisão.

Segundo estatísticas o Brasil se divide da seguinte forma quanto à religiosidade:
Religiões no Brasil (Censo de 2000)[1]
Religião

Porcentagem
Catolicismo
73,8%
Protestantismo
15,4%
Sem religião
7,4%
Espiritismo
1,3%
Outros

fonte: wilkipédia

Ora, a maioria dos brasileiros são declaradamente católicos. Mas o que é ser católico? Bom, em tese é ser cristão, seguidor de Cristo; e quem é seguidor de Cristo conhece-O pela Bíblia Sagrada, única fonte que o descreve como Filho do Deus Altíssimo, Salvador e Senhor. Mas se o Brasil tem mais de 70% de sua população católica, que seguem aos ensinamentos bíblicos, por quê somos uma nação tão corrupta, que anda tão distante dos padrões bíblicos, que tem uma população carcerária gigantesca, que registra altos índices de homicídios, que tem milhares de adolescentes, jovens e adultos mergulhados na prostituição, que vê morrer a cada dia milhares em função das drogas?
É claro que se todos que se dizem católicos o fossem de fato, se observassem o exemplo de Atos 17.11, no mínimo, não concordariam com os desvios, primeiramente, internos.


Mas cabe outro pensamento também aqui. Por quê a maior nação Pentecostal do Mundo, que conta com quase 30 milhões de evangélicos não é relevante no cenário político do País, na educação, na mídia, no assistência social em nível nacional? Algo está errado. São muitas pessoas indo à igreja, abrindo a boca para bendizerem a Deus, mas de fato, no dia-a-dia de trabalho, nas relações pessoais e política em todos os níveis, o comportamento do povo evangélico não é SAL, não é LUZ.
Não seria justo atribuir tal cenário apenas a uma parcela dos líderes religiosos que não cumprem seus papéis pastorais, mas dividem a parcela com eles os cristãos que sabem como devem se comportar e não o fazem, que ignoram a instrução de Deus através de homens comprometidos com o Reino, através das Sagradas Escrituras, do Seu Santo Espírito.

É muito clara a divisão que nos impuseram e aceitamos, que há uma dicotomia entre vida particular e vida pública, fato/valor. Mas o Eterno Deus deixa-nos registrado outro pilar para que edifiquemos nosso comportamento social e particular: "... somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio..." II Co 5.20. Somos embaixadores no mundo, durante nossa existência, em todos os níveis de relacionamento e e comprometimento, dentro e fora do "aquário gospel.

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