sábado, 12 de setembro de 2009

A HISTÓRIA DO BUMBA-MEU-BOI.


No Brasil se confunde algumas práticas religiosas com cultura, algumas práticas libertinas com cultura. Um bom exemplo são os pais de santos da Bahia, não são considerados como religiosos pela mídia e suas ações como maneira de divulgar, também, seu credo religioso. Não me oponho à opção religiosa de alguém, mas que religião seja tratada como religião. A dança erótica com o fim de expor o corpo da mulher reduzindo-a a um simples objeto de desejo e prazer do homem também é considerada cultura em vários lugares do Brasil; há dias atrás isso foi enfatizado claramente em um programa televisivo que entrevistava uma professora demitida do seu local de trabalho por dançar de forma erótica em um show, a apresentadora do programa disse: repetidas vezes: este tipo de dança é cultural.
Se tudo for se tornando algo cultural em breve será cultural também práticas imorais que a sociedade ainda repudia. Abaixo um pouco da história de uma manifestação "cultural" em nosso país, o "Bumba meu boi" ensina valores espirituais de forma clara. Realmente algumas manifestações religiosas têm privilégios em nosso país dentro da mídia e do calendário anual, é só observar, por exemplo, nosso calendário. Agora, se manifestamos (cristãos de verdade) nossos conceitos acerca da moral no mundo atual e da religiosidade somos preconceituosos, retrógrados e outras coisas mais.

"O primeiro registro da festa apareceu em 1840, num pequeno jornal de Recife chamado O Carapuceiro, mas sua origem é certamente mais antiga. Alguns historiadores associam seu nascimento à expansão, no Nordeste, do chamado Ciclo do Gado - quando, a partir do século XVII, o animal ganhou grande importância nas fazendas da região. Apesar de o bumba-meu-boi ser uma manifestação típica do folclore brasileiro, ele lembra um pouco os autos medievais - encenações simples, com linguagem popular e, em geral, falando da luta do bem contra o mal. "O boi é um dos folguedos (festa popular) mais representativos da cultura brasileira, pois reúne traços de três grandes ramos da formação do nosso povo: europeu, indígena e afro-negro", afirma Américo Pellegrini Filho, folclorista da Universidade de São Paulo (USP). A apresentação, que ocorre principalmente em festas juninas, mostra as relações desiguais entre senhores de engenho, escravos e indígenas, numa sutil crítica social.
Existem enredos diferentes, mas numa das histórias mais populares um casal de escravos enfrenta a fúria de um senhor de engenho após matar um boi da fazenda.
Os dois, então, tentam de tudo para ressuscitar o bicho. As pessoas que assistem e dançam durante a exibição do grupo folclórico, que pode durar horas, são chamadas de brincantes e também dão um tom religioso à festa, pois agradecem graças alcançadas e fazem promessas ao boi. O curioso é que a palavra bumba exprime o suposto som de uma pancada do chifre do boi. Assim, bumba-meu-boi significaria algo como "Chifra, meu boi!"
- Mundo Estranho


"O boi, figura central do auto, geralmente é feito com uma armação de cipó coberta de chita, grande o bastante para que um homem a vista. A cabeça que pode ser feita de papelão ou com a própria caveira do animal. Na encenação, a lenda pode ser contada de várias formas, mas a história básica é a da escrava Catirina (ou Catarina), grávida, que pede ao marido Chico (ou Pai Francisco) para que mate o boi mais bonito da fazenda porque quer comer a sua língua. Ele atende ao desejo da mulher e é preso pelo seu feitor, que tenta a todo custo ressuscitar o boi, com a ajuda de curandeiros. Boi revivido, tudo acaba em festa. Outros personagens podem entrar na história para dançar, dependendo do tipo de boi: Bastião, Arlequim, Pastorinha, Turtuqué, o engenheiro, o padre, o médico, o diabo etc, todos quase sempre interpretados por homens, que se travestem para compor os personagens femininos. " UOL - Clique Music


6 comentários:

  1. A Paz de Jesus Abençoado
    Deus Continue te Dando inspiração
    pra Falar Acerca das Bençãos Celestiais
    Deus Te Use

    ResponderExcluir
  2. Caro irmão Vagner Lisboa,


    Obrigado pela participação. Que o Senhor continue abençoando a você também.

    Abraço.

    ResponderExcluir
  3. eu gosto muito dessa história

    ResponderExcluir
  4. Caro anônimo,

    Não gosto muito da história, ainda mais depois de conhecer bem como ela é,rsrsrs
    Deus o abençoe e nos dê graça apra entendermos tudo vemos e ouvimos.

    Em Cristo,

    João Paulo.

    ResponderExcluir
  5. eu amei continua sempre assim beijossssssssss....

    ResponderExcluir